Ode ao espanto

Data 22/01/2026 21:45:02 | Tópico: Poemas











Tanto se deseja
a brancura do teu nome.
Tanto se deseja o canto
de pássaro da tua boca.
Clara frescura.
Tanto se deseja a tua eterna
ode ao espanto.
Templo com viçosa era enlaçada.
Tanto se deseja a fera à solta.
Nunca adormecer o coração.
Nunca o corpo chegue ao termo.
Tanta ambição, com virtude
sem sufocante hesitação.
Tanto se deseja eterna.
Felina que não dorme à noite.
Tanto se deseja a eterna juventude.













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