Poemas : 

Ode ao espanto

 










Tanto se deseja
a brancura do teu nome.
Tanto se deseja o canto
de pássaro da tua boca.
Clara frescura.
Tanto se deseja a tua eterna
ode ao espanto.
Templo com viçosa era enlaçada.
Tanto se deseja a fera à solta.
Nunca adormecer o coração.
Nunca o corpo chegue ao termo.
Tanta ambição, com virtude
sem sufocante hesitação.
Tanto se deseja eterna.
Felina que não dorme à noite.
Tanto se deseja a eterna juventude.












Zita Viegas















 
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atizviegas68
 
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