do espanto de afugentar

Data 05/02/2026 09:42:30 | Tópico: Poemas

Sem espanto
sei de sombras, ou do indiferente brilho
quando o brilho parece que não brilha,
ou não aparece.

Espanto
um pensamento que vem
para uma folha que cai
e vai.

Espanto
e como em bando foge
para aquela banda, inefável, sem nome
se consome.

Será perfume,
um arrepio,
será melodia que se dança,
repasto, alegria

que afasto.




Este texto vem de Luso-Poemas
https://www.luso-poemas.net

Pode visualizá-lo seguindo este link:
https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=382446