"Colocai-a na terra e que de sua bela e imaculada carne brotem perfumadas violetas!"
(Hamlet) Cena I, Ato V
Métricas de um fogo que não para de queimar Encenando impróprias linhas que insistirei Sempre. Até o fim dos meus dias, além de lá Na mesa farta que devoro o nome dela, eu. sei..
Quando minhas mãos não puderem mais ver Quando meus olhos não conseguirem recriar Ao exemplo de um contato que me lembrar Eu sempre estarei em febre e sempre vou te perder
Vê a minha culpa no rio que afoguei um sonho Caindo em várias partes que deixei de mim Vê o acervo de dias e contos sob escombros
Em tanta folhagem que não deveria ser assim Os espelhos morrem, as estrelas irão cair E eu ainda te serei inteiro (meu amor), e aqui.