Poemas : 

silent hill

 
"Colocai-a na terra e que de sua bela e imaculada carne brotem perfumadas violetas!"

(Hamlet)
Cena I, Ato V










Métricas de um fogo que não para de queimar
Encenando impróprias linhas que insistirei
Sempre. Até o fim dos meus dias, além de lá
Na mesa farta que devoro o nome dela, eu. sei..

Quando minhas mãos não puderem mais ver
Quando meus olhos não conseguirem recriar
Ao exemplo de um contato que me lembrar
Eu sempre estarei em febre e sempre vou te perder

Vê a minha culpa no rio que afoguei um sonho
Caindo em várias partes que deixei de mim
Vê o acervo de dias e contos sob escombros

Em tanta folhagem que não deveria ser assim
Os espelhos morrem, as estrelas irão cair
E eu ainda te serei inteiro (meu amor), e aqui.


a retirar

 
Autor
Azke
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