cético

Data 09/05/2026 23:20:55 | Tópico: Poemas

"(...)chora a morte que ele mesmo causou."

(Hamlet)
Ato IV, Cena I









A lenha que derrotou a minha lua
É. A tarde que determina o início-fim
Tal paradoxo irreal da utopia crua
Das folhas brancas que teimei assim

A curva que tanto pertencia ao erro
foi corda que segregava o contato vazio
Também era marca de consentir a esmo
Derrota que defendi e agora , meu exílio

Não eram as cartas que escrevi e guardei
Pra mim, aos meus terrores vociferados
Não era a curva que desci mil vezes, eu sei

Todos os olhos estão fechados
O mundo inteiro não quer te ver
Os mares, congelados, a desaparecer







e. incrédulos, estão




Este texto vem de Luso-Poemas
https://www.luso-poemas.net

Pode visualizá-lo seguindo este link:
https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=383726