Poemas : 

cético

 
"(...)chora a morte que ele mesmo causou."

(Hamlet)
Ato IV, Cena I









A lenha que derrotou a minha lua
É. A tarde que determina o início-fim
Tal paradoxo irreal da utopia crua
Das folhas brancas que teimei assim

A curva que tanto pertencia ao erro
foi corda que segregava o contato vazio
Também era marca de consentir a esmo
Derrota que defendi e agora , meu exílio

Não eram as cartas que escrevi e guardei
Pra mim, aos meus terrores vociferados
Não era a curva que desci mil vezes, eu sei

Todos os olhos estão fechados
O mundo inteiro não quer te ver
Os mares, congelados, a desaparecer







e. incrédulos, estão



a retirar

 
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Azke
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