A lenha que derrotou a minha lua É. A tarde que determina o início-fim Tal paradoxo irreal da utopia crua Das folhas brancas que teimei assim
A curva que tanto pertencia ao erro foi corda que segregava o contato vazio Também era marca de consentir a esmo Derrota que defendi e agora , meu exílio
Não eram as cartas que escrevi e guardei Pra mim, aos meus terrores vociferados Não era a curva que desci mil vezes, eu sei
Todos os olhos estão fechados O mundo inteiro não quer te ver Os mares, congelados, a desaparecer