ampère

Data 21/05/2026 21:38:21 | Tópico: Textos

"Oh! Por que não sou de pedra como você!"

(Quasímodo)
















.
.
.
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O Aço exercita em mim seu nome
Fora da bússola num movimento insano de fome



Feito inferno cuja beLeza
Irradia por trás da sua disfarçada nobrEza




e.



desce
o verbo bruto
pela garganta
dessa voz lasciva e branda







.ineXorável
lavra.









Que se dane!





seus cálculos que atrai e castiga...
De um poema que:



nasce
e
morre



apunhalando letras proibidas além da sua vã ousadia .



tal um crime inacabado que dói e machuca


confusão sem alerta
De luz, fio e escuridão



Não
quero rimas
'Nem
simetria







na
curva



Que corta e cose
em linha dupla




É silêncio latente
Intenso e permanente.






do atrito avesso
'do fogo cruzado








não quero mais





.
.
.

c = 299.792.458 \text{ m/s}



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