"Oh! Por que não sou de pedra como você!"
(Quasímodo)
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O Aço exercita em mim seu nome
Fora da bússola num movimento insano de fome
Feito inferno cuja beLeza
Irradia por trás da sua disfarçada nobrEza
e.
desce
o verbo bruto
pela garganta
dessa voz lasciva e branda
.ineXorável
lavra.
Que se dane!
seus cálculos que atrai e castiga...
De um poema que:
nasce
e
morre
apunhalando letras proibidas além da sua vã ousadia .
tal um crime inacabado que dói e machuca
confusão sem alerta
De luz, fio e escuridão
Não
quero rimas
'Nem
simetria
na
curva
Que corta e cose
em linha dupla
É silêncio latente
Intenso e permanente.
do atrito avesso
'do fogo cruzado
não quero mais
vê
tão somente
.
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c = 299.792.458 \text{ m/s}