
prólogo de justa
Data 15/05/2026 22:50:36 | Tópico: Poemas
| energia de preferências ao legado imposto pela manhã revelia por coincidência é(vão!) o resultado do fogo, elegia-pagã
término, por controle absoluto tempo que deixei pra trás à métrica, por um curso à exacta reforma que ao nome, desfaz
é queda livre por inércia álibi incompleto e mentiras de giz é a cena-nua por controle-assecla a ruptura, e a carta-nua ti que, eu quis
já não somam-me estes medos nem à partitura que asfixiei tolas-cenas e pretensos enredos quando.. à dor te nego(em noites, te sei.)
quero roubar-te, aurora! e erguer-te aos meus braços uníssonos.. submergir-me ao agora aos estados carnais e laços-infinitos..
pois, me dobram os sinos por que têm lá o teu nome-invulgar oh, elege-te ao meu aço-fino e te corta, e te corta.. e até o ar.
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