Poemas : 

prólogo de justa

 
energia de preferências
ao legado imposto pela manhã
revelia por coincidência
é(vão!) o resultado do fogo, elegia-pagã

término, por controle
absoluto tempo que deixei pra trás
à métrica, por um curso
à exacta reforma que ao nome, desfaz

é queda livre por inércia
álibi incompleto e mentiras de giz
é a cena-nua por controle-assecla
a ruptura, e a carta-nua ti que, eu quis

já não somam-me estes medos
nem à partitura que asfixiei
tolas-cenas e pretensos enredos
quando.. à dor te nego(em noites, te sei.)

quero roubar-te, aurora!
e erguer-te aos meus braços uníssonos..
submergir-me ao agora
aos estados carnais e laços-infinitos..

pois, me dobram os sinos
por que têm lá o teu nome-invulgar
oh, elege-te ao meu aço-fino
e te corta, e te corta.. e até o ar.




a retirar

 
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Azke
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