energia de preferências
ao legado imposto pela manhã
revelia por coincidência
é(vão!) o resultado do fogo, elegia-pagã
término, por controle
absoluto tempo que deixei pra trás
à métrica, por um curso
à exacta reforma que ao nome, desfaz
é queda livre por inércia
álibi incompleto e mentiras de giz
é a cena-nua por controle-assecla
a ruptura, e a carta-nua ti que, eu quis
já não somam-me estes medos
nem à partitura que asfixiei
tolas-cenas e pretensos enredos
quando.. à dor te nego(em noites, te sei.)
quero roubar-te, aurora!
e erguer-te aos meus braços uníssonos..
submergir-me ao agora
aos estados carnais e laços-infinitos..
pois, me dobram os sinos
por que têm lá o teu nome-invulgar
oh, elege-te ao meu aço-fino
e te corta, e te corta.. e até o ar.
a retirar