
Estilhaços
Data 17/05/2026 23:38:32 | Tópico: Poemas
| As luzes da madrugada solitárias. As forças ocultas das entranhas De uma alma rasgada e estranha. Embriaguez de copo de música; Lágrimas não despejadas grafadas em letra (de forma lúdica).
Mais uma manhã (de dor) tão cinza… Minha esperança, uma noiva morta; Minha poesia, de vermelha-tinta (pixada e esquecida) cidade afora; Minha alma despedaçada, confusa e perdida Como esses versos que escrevo (agora)
E os segundos passam feito ecos Numa caverna que não tem saída. Meu mundo se desenha Com rima furiosa, instável, e distorcida.
E enquanto me abrigo em fantasia, Esqueço da distância permanente Entre eu e esse mundo que extravia Tudo que lhe pareça “diferente”.
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