Dezenas de sonhos caídos pelo palco fim Em tentativas distópcas em lados de mim Por ensaiar pecados deixados na imposição São meus erros enfileirados na eterna danação
Eu sei.. minhas linhas cerradas são confessaveis Pois definem-sem entre todos cultos inviáveis Sãos apelos de corpo absolutos em negação Da perda, da derrota sem demora fútil ou deserção
Ela não sabe, e nem se lembra desta devoção Pois é hábito resoluto e sempre diz o não Não é tempo, nem outra lápide que a nomeei
Sonhos mortos, sim! Um conto frágil e não tentei Em paragem sem estórias contadas ou vestidas A covardia de um dia sem uma simples tentativa