Poemas : 

ao. nada, (que)é.

 






Dezenas de sonhos caídos pelo palco fim
Em tentativas distópcas em lados de mim
Por ensaiar pecados deixados na imposição
São meus erros enfileirados na eterna danação

Eu sei.. minhas linhas cerradas são confessaveis
Pois definem-sem entre todos cultos inviáveis
Sãos apelos de corpo absolutos em negação
Da perda, da derrota sem demora fútil ou deserção

Ela não sabe, e nem se lembra desta devoção
Pois é hábito resoluto e sempre diz o não
Não é tempo, nem outra lápide que a nomeei

Sonhos mortos, sim! Um conto frágil e não tentei
Em paragem sem estórias contadas ou vestidas
A covardia de um dia sem uma simples tentativa






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Autor
Azke
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