
do incompleto
Data 13/06/2026 23:27:57 | Tópico: Poemas
| por declinio inexacto em paragens infestadas cúria da graça em centeio por acepção e falas e falas e cenas.. da palavra abstrata e.que não cura um dia, e à lâmina, refaz. plano, consulta, guerra, nostalgia e, impede. em espécie defiada a um tempo-concílio de tolices, em se abeirar..
mas, é tarde quando o canto dela, me vem
caibo-me em lugares incendiados pelas minhas próprias (in)razões à delínio rectido em margens e amostras aos espelhos exercidos em vaidade à somente ela, sobrepor em tempo
dos meus pactos inteiros que à pátria, consenti que tentei e tolo, me perdi, e não (re)conheço um caminho de volta a não ser esta re-volta da maneira sutil de assim, à ela, ainda dizer:
eu. não te entendo. não te sei à margem do que te mente nem ao poço desigual que me contamina ao laço rpente desta culpa por que, este amor filho da puta, que não te pensei em ter, eu. apenas, te sou.este(amor..) ao tempo-sempre de fogo e asa-registro em meus casos de páginas e livros nunca-lidos, eu apenas, te pensei apenas, assim eu, (penso)que te sei.
|
|