Poemas : 

do incompleto

 
por declinio inexacto em paragens infestadas
cúria da graça em centeio por acepção
e falas e falas e cenas..
da palavra abstrata e.que não cura um dia, e
à lâmina, refaz.
plano, consulta, guerra, nostalgia e,
impede.
em espécie defiada a um tempo-concílio de tolices, em se abeirar..

mas, é tarde quando o canto dela, me vem

caibo-me em lugares incendiados pelas minhas próprias (in)razões
à delínio rectido em margens e amostras
aos
espelhos exercidos em vaidade à somente ela, sobrepor
em tempo


dos meus pactos inteiros que à pátria, consenti
que tentei e
tolo, me perdi, e não (re)conheço um caminho de volta
a não ser esta re-volta
da
maneira sutil de
assim,
à ela, ainda dizer:

eu. não te entendo.
não te sei à margem do que te mente
nem ao poço desigual que me contamina
ao laço rpente desta culpa
por que,
este amor filho da puta, que não te pensei em ter, eu.
apenas,
te
sou.este(amor..)
ao tempo-sempre de fogo e asa-registro
em
meus casos de páginas e livros nunca-lidos, eu
apenas, te pensei
apenas, assim
eu,
(penso)que te sei.









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Autor
Azke
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