"Fora de casa sois pinturas; nos quartos, sinos; santas, quando ofendeis; demônios puros, quando sois ofendidas; chocarreiras no governo da casa e boas donas do lar quando na cama".
(Otelo) Ato II - Cena I: Iago
deita-me. à aurora por pecado-consorte me clama à veia da têmpora qual inflamarei o mar.. o teu caso de somas e cortes ah, eu.. te amaria, eu: te sempre conflitarei
pelas minhas mãos em uníssono segredo ao tempo relativo de toda a criação que(te) presidir ao arremesso de teu corpo livre que tanto aceito ah, eu.. te esperaria, eu. por cá, e ainda: estarei aqui
minha doce imagem ou obsessão e crime minha dama-linda em voz que me penitencia minha hora demarcada, minha carta sombria
previsão e véspera da minha cena e vitrine deita-me ofélia, pois te deduzo em lápide minha.. desdêmona criada, minha toda-parte..