
Das ruinas d'alma
Data 16/07/2026 17:36:09 | Tópico: Poemas
| Das ruínas d'alma venci a poesia silenciada ao tocar as fases que a vida estilhaçada encobre d'onde o destino seria o fracasso vital que se viu num lamaçal mas, ergueu-se entre a casa d'árvore e o p'além do lago azul profundo celeste na pintura na pele nua preterida.
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Das ruínas a poesia brota entre pedra e cal demonstrando que a esperança se reaviva dos escombros dos sonhos que um dia ficaram submersos e no porvir ressurgirão das cinzas feito águia branca que conduz seus filhotes a um lugar seguro desenhado no universo desconhecido ainda vibrando em terreno escalonado com lágrimas de diamantes no desfiladeiro negro dos meus olhos que estão depositadas uma a uma no mais gélidos dos mármores da fé inabalável do vai vencer todo o império escalado nas lágrimas vertentes no desrespeito da dor do luto que é o momento de difícil convivência consigo mesma. ...
Há limites nesse abismo que nos leva ao grande espelho refletido n'alma que declama a poesia da voz das mãos que transborda a flor da pele do poema.
Ray Nascimento
Na solitude contida na voz da poesia silenciada dorme o encanto que sublima cada letra o abismo que existe e que alcança o coração quase imortal-idade que o poema contém nas vertentes do rio de águas líquidas que se transformam em saudades sempiterna. "A tua voz" rouca há um grito no silencio que se ouve daqui na tríade fronteira Amazônidas.
Ray Nascimento
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