
zero
Data 17/07/2026 05:57:22 | Tópico: Poemas
| Tomada, a difusão pronunciada, a calha, pesada não pôde mais a chuva, amparar...
Vastas...
das horas presas neste papel página pérfida de cordel fel endereço de inferno interno sufocadas letras reviradas despachadas envoltas ao alvo transparente móvel indiferente sombra de ar cria de chalaças flamejantes cultiva o meu sonho a verter pesadelo perder à furtiva pôr os pés ao chão caminhar, então...
E,
destas trilhas escavadas cólera essa, mapeada são os passos escondidos navalha ensanguentado estou por dentro dor de momento invento tormento o aguento real poeira e sal solidificam paredes deserto de sede ventania apaga a luz pra eu não sair escuro dos sentidos frio a repartir (vamos, pegue um pouco!!)
não, eu não me lembrei...
o tal do amor que não basta, apregoado fogo à tinta nefasta me faz derramar... aos meus olhos de ousar, apenas do cisco que caiu e uma vez urdido
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