Bonança

Data 05/08/2026 17:46:01 | Tópico: Poemas

Dois meses de saudade
Manhã, tarde e noite
É constante ansiedade
E um doloroso açoite

“Então papá, como é que está?”
Era a Bonança na tempestade.
O telefone que não mais tocará
Rompia a solidão com docilidade

Permanecem memórias
Do teu amor ao abraçar
das tuas vitórias
E do teu gargalhar

A luz do teu olhar
jamais s’apagará
e tal como creio e anseio
minh’alma aí
sempre estará



Este texto vem de Luso-Poemas
https://www.luso-poemas.net

Pode visualizá-lo seguindo este link:
https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=385145