
O campo
Data 24/08/2026 23:40:41 | Tópico: Poemas
| Palácio da alvorada pulsante leva o meu amor no ódio rompante tenta desbravar o bosque faminto come a tua trilha e no teu lago se esconde procurando atacar à noite quando as estrelas não puderem ver.
Dia claro resguarda um breve olhar aquele da lua que queria ficar por um minuto longo e fácil na aurora repentina e versátil esperando e ruminando o que seria da serpente se esta pudesse caminhar...
Cartas caídas flores digeridas bebendo da fonte escondida após ter na noite vencida a resposta que viera procurar Célebre, esses olhos de mata, que vêem somente o que os apraz, demoram por perceber quando voam demais quando pedem atenção e tratam a si mesmo como pedaços de papel que se podem apagar seus equívocos queimar e esquecer Mas a brisa repentina estapeia o sonho traz de volta a realidade que levanta as mesmas incertezas travando guerras que são sempre as mesmas e já é tão tarde...
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