Fugas: todos os caminhos à noite desfigura, os machados batem, o dia aparece pelas sensações carnais do tudo errado nas batalhas empíricas da vida extremada por duas doutrinas.
Quantas são as chances dum corpo frágil? Nos meus, muitos passos observo, sou servo, até outra noite me inspirar a deixar o quê vital sob o chão tátil, tal pausa ao conteúdo físico.
Fugas: a grandeza da caminhada do cão e seu gemido de dor e fome a fazer-me lutar contra as direções futuras do mundo, mas o meu, o submundo manobra... Não reclamo, escondo-me sob as cobertas e durmo até desnotar os demônios do passado com suas falsas lições.
Com os anjos faço minha mala nesta sala. Lá fora, um bergantim espera-me com outros amigos há muito. Com eles partirei... partirei meio às belezas dum horizonte claro, na procura diuturna da lei vivencial, de segundo a segundo, jamais encontrar seu negror.
Fugas: a irrealidade alcançar pelo cansaço da coragem, pois o sofrer faz jus à clarividência enganosa de tudo conhecer dentro do micromundo de cada cérebro voador.
Fugas: os machados cessam, e o dia desaparece em insights obscuros além do máximo visionário de olhos fixos apenas na flor d'água de limite
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