
Título: O Barulho do Mundo Não Vai Roubar a Nossa Paz!
Data 29/09/2026 00:47:13 | Tópico: Letras de Música
| [Introdução]
As telas gritam... o mundo lá fora tenta nos dividir. Eles ergueram muros. Mas quando a noite cai... existe um Manto silencioso. Um amor de Mãe que guarda a nossa casa.
[I] Antigamente... o final de tarde tinha cheiro de café. A gente conversava olhando nos olhos... guardando a fé. Mas o mundo mudou... as vozes ficaram tão duras. Tentam trazer pra dentro do lar... as suas fraturas.
Dividiram o abraço... rotularam a nossa devoção. Querem ditar o futuro... arrancando o sagrado do coração. Entraram pela porta... sem pedir licença ou perdão, Deixando a mesa mais fria... e vazia de união.
[II] Eu vejo as mães... chorando em silêncio no quarto, Com medo do rumo... que o mundo lá fora tem dado. Ideologias que tentam... mudar o que o Céu construiu, E o coração de quem ama... sente o frio que o mundo sentiu.
Mas existe uma força antiga... um colo que ninguém desfaz. Uma Padroeira discreta... que traz o segredo da paz. Ela olha por cada criança... por cada pequeno que chora, E cobre com o seu azul... a pressa que o tempo tem agora.
[III] Ninguém apaga a luz... que o Alto acendeu na nossa mesa. Ninguém arranca a herança... que a gente herdou com clareza. Antes de toda disputa... há uma prece no escuro. O Manto que guarda essa pátria... é o nosso porto seguro.
[Refrão] O mundo briga por lados... mas eu luto por você. Sob o Manto de amor... a nossa casa vai vencer. Não me importa o barulho... o partido ou o que vão ditar, A proteção da nossa Mãe... é o que vai nos guardar.
O amor verdadeiro... não se dobra às modas do tempo. Guarda a pureza da alma... cura o desentendimento. Senhor, blinda o Brasil... e cura o nosso lar!
[IV] Filho, se o mundo tentar te dizer... que o passado passou, E que a imagem bendita que nos protege... o tempo apagou. Não escuta a revolta... que veste uma capa de bem, Pois a verdadeira paz... não fere a alma de ninguém.
Eu vejo o reflexo do Céu... no azul do Manto que nos conduz, Guiando os passos do povo... de volta pra mesa de Luz.
[V] Se o mundo quer guerra... aqui dentro tem paz! Se as propostas dividem... o Manto faz muito mais! Protegendo os filhos da terra... o futuro do nosso país, A Padroeira não falha... Ela quer nossa gente feliz!
Nenhum vento forte derruba... o que está sobre o Rochedo! Nossa fé é o escudo... que afasta a dor e o medo!
[Encerramento]
— Olha para o Céu, meu filho... Enquanto houver fé nesta casa... nenhum barulho vai roubar o nosso abraço.
Sob o Manto que nos acolhe... Deus guarda a nossa mesa.Amém.
"Este poema nasce como um grito de resistência poética e um manifesto em defesa do santuário familiar.
Vivemos tempos onde o barulho das redes, a polarização ideológica e a desconstrução do sagrado tentam cruzar o umbral de nossas casas para semear a divisão.
Diante desse cenário, esta obra exalta o amor materno e a proteção silenciosa da Padroeira como escudos invisíveis.
É um convite para que cada mãe e cada pai resgatem a comunhão ao redor da mesa, blindando a pureza dos filhos sob o manto inabalável da fé."
— Geremias Bom Sucesso
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