[Introdução]
As telas gritam...
o mundo lá fora tenta nos dividir.
Eles ergueram muros.
Mas quando a noite cai...
existe um Manto silencioso.
Um amor de Mãe que guarda a nossa casa.
[I]
Antigamente...
o final de tarde tinha cheiro de café.
A gente conversava olhando nos olhos...
guardando a fé.
Mas o mundo mudou...
as vozes ficaram tão duras.
Tentam trazer pra dentro do lar...
as suas fraturas.
Dividiram o abraço...
rotularam a nossa devoção.
Querem ditar o futuro...
arrancando o sagrado do coração.
Entraram pela porta...
sem pedir licença ou perdão,
Deixando a mesa mais fria...
e vazia de união.
[II]
Eu vejo as mães...
chorando em silêncio no quarto,
Com medo do rumo...
que o mundo lá fora tem dado.
Ideologias que tentam...
mudar o que o Céu construiu,
E o coração de quem ama...
sente o frio que o mundo sentiu.
Mas existe uma força antiga...
um colo que ninguém desfaz.
Uma Padroeira discreta...
que traz o segredo da paz.
Ela olha por cada criança...
por cada pequeno que chora,
E cobre com o seu azul...
a pressa que o tempo tem agora.
[III]
Ninguém apaga a luz...
que o Alto acendeu na nossa mesa.
Ninguém arranca a herança...
que a gente herdou com clareza.
Antes de toda disputa...
há uma prece no escuro.
O Manto que guarda essa pátria...
é o nosso porto seguro.
[Refrão]
O mundo briga por lados...
mas eu luto por você.
Sob o Manto de amor...
a nossa casa vai vencer.
Não me importa o barulho...
o partido ou o que vão ditar,
A proteção da nossa Mãe...
é o que vai nos guardar.
O amor verdadeiro...
não se dobra às modas do tempo.
Guarda a pureza da alma...
cura o desentendimento.
Senhor, blinda o Brasil...
e cura o nosso lar!
[IV]
Filho, se o mundo tentar te dizer...
que o passado passou,
E que a imagem bendita que nos protege...
o tempo apagou.
Não escuta a revolta...
que veste uma capa de bem,
Pois a verdadeira paz...
não fere a alma de ninguém.
Eu vejo o reflexo do Céu...
no azul do Manto que nos conduz,
Guiando os passos do povo...
de volta pra mesa de Luz.
[V]
Se o mundo quer guerra...
aqui dentro tem paz!
Se as propostas dividem...
o Manto faz muito mais!
Protegendo os filhos da terra...
o futuro do nosso país,
A Padroeira não falha...
Ela quer nossa gente feliz!
Nenhum vento forte derruba...
o que está sobre o Rochedo!
Nossa fé é o escudo...
que afasta a dor e o medo!
[Encerramento]
— Olha para o Céu, meu filho...
Enquanto houver fé nesta casa...
nenhum barulho vai roubar o nosso abraço.
Sob o Manto que nos acolhe...
Deus guarda a nossa mesa.Amém.
Geremias
WhatsApp (55) 11 9 74307750
"Este poema nasce como um grito de resistência poética e um manifesto em defesa do santuário familiar.
Vivemos tempos onde o barulho das redes, a polarização ideológica e a desconstrução do sagrado tentam cruzar o umbral de nossas casas para semear a divisão.
Diante desse cenário, esta obra exalta o amor materno e a proteção silenciosa da Padroeira como escudos invisíveis.
É um convite para que cada mãe e cada pai resgatem a comunhão ao redor da mesa, blindando a pureza dos filhos sob o manto inabalável da fé."
— Geremias Bom Sucesso