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214 leitores online ( 176 na seção: Poemas e Cartas)
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unhas pontiagudas surfam minhas costelas despidas em movimento agressivo com roupagens de ternura meus gemidos camuflados não ecoam e os teus sussurros voam na escuridão noturna ah como buscamos os sentidos nos quais sempre escondemos aquele sexto escondido na penumbra de um pensamento natimorto fruto de um momento doentio que imóvel jaz no meu sepulcro antes daquela hora a derradeira coroada pelo último suspiro e enquanto ainda respiro arfante aos sonhos indecentes reprimidos e voltamos aos sentidos que buscamos tateando inutilmente pela morte pela vida dessa gente esculpida nos espelhos, nas areias e nas veias nestes delírios sem fim... |
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| este poema é manifesta fantasia, qualquer semelhança com fatos e personagens reais é algo meramente inverossímil... |
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Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.
| Enviado por |
Tópico |
| Vania |
Publicado: 13/12/2009 19:20 Atualizado: 13/12/2009 19:20 |
Colaborador   Usuário desde: 25/1/2009 Localidade: Pouso Alegre - MG Mensagens: 7611 |
 Re: tatos agrestes E o silencio fica mudo diante de tantas imagens belas. bj
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