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Re: Para o Autor
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14/8/2018 20:45
De Luxor (Egito) / काठमाडौं (Nepal)
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Eu não me dei ao desprazer de assistir ao vídeo, mas gostaria de dizer algumas coisas. Antes de tudo não me considero seu inimigo ou você meu inimigo. Mas, este é um site de poesia, poemas e poetas (ao menos o nome sugere que o seria). E assim, ao me inscrever em um site de poesia eu esperava que fosse encontrar poesia, poemas e poetas - uns bons, outros nem tanto; uns sofríveis e outros inqualificáveis - como costuma acontecer em todos os sites do mesmo jaez. Aos desqualificados, sofríveis e medíocres eu em geral dedico meu respeito brindando-os com meu valioso silêncio. Com os bons eu busco aprender e agradeço o aprendizado que me outorgam.
Respeitosamente, todavia, não estou aqui para ouvir sobre a história do universo, a real ou a pretensa. Se eu o quisesse, eu procuraria um site confiável, que eventualmente poderia até ser o seu. Mas aqui não.
Conheço suas teses e já frequentei lugares onde se discute essas mesmas teses. Aprendi bastante com elas. Mas aqui, ficaria feliz se você escrevesse contos, crônicas e poemas mesmo sobre as teses interestelares. Mas poemas de verdade, contos de verdade. Tens dificuldade com o manejo da língua portuguesa? Posso ajudar se vc quiser. Mas por favor, chega de guerra aqui. Não gosta de alguns por aqui? De mim, por exemplo? Em vez de conversas sobre gratidão, iluminação, desprendimento: pratique-os! Ignore os desafetos. Não é isso que você prega? Seja o primeiro a fazer.

Criado em: 3/1 15:03
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Re: Comentário a "Confissão", de Mr. Sergius
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14/8/2018 20:45
De Luxor (Egito) / काठमाडौं (Nepal)
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Antes de tudo, meus agradecimentos ao Benjamin. Sempre tive a vontade de saber como um leitor não eventual, mas aparelhado de diversos dotes de poeta, poderia compreender um poema desta carga surreal.
Devo dizer que a série das Cenas Poéticas, composta de 5 poemas/cenas, tem na sua concepção uma forte carga surreal no sentido que as ideias fluem sem regramento para expor uma ideia: Cena 1: Do momento em que o poeta se depara com o abandono, que não foi voluntário, mas se mostra inaceitável e o poeta se revolta contra o imutável (É quando todo ódio se multiplica nos quadrantes / Qual o gérmen a crescer no ventre da escuridão) Compreende então, mas só vai se concretizar na Cena 5, o valor do perdão a si e ao destino.
Cena 2: Nessa cena o poeta mostra todo o arrependimento por todos os equívocos que cometeu na busca de substituir (repor) alguém que era insubstituível (como todos são). Mostra o reconhecimento desses equívocos (Na minha busca insana e impensada, sei que feri corações / Que a minha solidão interior, teceu solidões ao meu redor).
Cena 3: No meio do caminho dessa busca de reencontrar o amor, o poeta mostra que a vontade ter alguém igual a quem perdeu para a morte, se prendeu em detalhes (Há vezes que viver é contracenar com uma imensa solidão / Há vezes que minha voz te busca meio à vastidão da noite) chegando à pessoa errada, por quem acabou sofrendo. Essa busca enfim vai cessando e a lucidez deve chegar (Deixo rastros de sangue que meu peito desvairado sangrou / Há vezes que penso isso era amor, mas sei que era cegueira).
Cena 4: Afinal o poeta descobre que pode e deve encontrar uma outra pessoa, que não se pareça em nada com sua amada morta se pretende ser feliz no amor. Essa descoberta o leva (permite) a conhecer (que conheça) uma mulher sem querer ou buscar ou esperar que nela haja algum traço de seu grande amor do passado. (O destino, afinal, abriu com uma mão ruim. E é a minha vez / Basta de ter tudo corrompido, surreal, prisioneiro do chão) E é assim que chega a amar verdadeiramente de novo.
Assim, chegamos aqui, na Cena 5 e neste trabalho primoroso feito pelo Benjamin, como já mencionei. O poema surrealista - aliás o surrealismo - outorga ao, in casu, leitor a possibilidade de ser co-criador da obra. Assim vejo colocações, que pode ser que não estivessem dentro do projeto mental da criação, mas que perfeitamente seriam bem recebidas como uma das alternativas possíveis.
Há alguns termos especialmente criados com seus significados definidos como em "Ao longo da muralha das palavras obscuras que nos cercamos" que se refere a quando falamos de forma... eu ia dizer dúbia, mas não é tanto, é imprecisa... quando falamos de forma imprecisa para nos proteger. A muralha é a resposta que damos para não responder um indagação qualquer que nos seja incômoda.
Perfeitamente bem definida a falta de mistério quanto ao violino e ao barco que zarpa... O objetivo é mesmo mostrar essa evidência, uma clareza quase violenta.
De 'surdamente' diria eu que é algo dito de forma quase distraída, 'absurdamente' algo dito como verdade, mas sem liame com essa e "surda e mente' aquilo que além de ignorar o que ouve, ainda falta com absolutamente todo traço de verdade, mas sem ser absurdo.
Quanto aos lilases - ainda que a definição do Benjamin seja ótima - no caso do poeta, fala dos filhos, do medo de não vê-los crescer e ter a compreensão de quem o poeta é, de seu sentimento. A ligação está com a cor violeta (forte demais para crianças - daí atenuada para lilás) que é a cor da transmutação, que é um plus da renovação. Aqui o poeta sabe que pode não (lasso esquecimento - esquecer por mero relaxar) estar com uma pessoa, mas quer seus filhos por perto.
O 'caminhares' foi a alternativa para 'andanças': "Sigo a caminho do mar, nestas andanças..." o que ocorreu pela melodia da palavra e pela minha métrica pessoal(*) do verso.
Já finalizando, em ".... desalojados das hiantes certezas" o poeta pensou em algo como "sem pretensões". Ele entrega os versos sem qualquer pretensão, sendo 'hiantes' = 'ávidas'.
Para o poeta os 'assombros' da vida, são aqueles momentos em que ficamos surpresos, desconcertados, estupefatos. Como medos, dores ou alegrias extremadas. Tudo aquilo que requereu muito do psicológico para ser superado, situações boarderline (limítrofes).
Na verdade o poema termina mesmo com a salvação dos náufragos e os dois últimos versos são como uma chave para a pessoa a quem se destina em especial, a fim de facilitar-lhe a decifração e também um estilo pessoal.
De tudo é muito bom ver-se o poema despido, fracionado e conjecturado por outro poeta, cujo saber sobre poesia o precede, mostrando assim como o poema chega ao público e quais caminhos abre. Abraços.

(*) Tenho uma métrica pessoal para os versos. Meus versos tem aproximadamente o mesmo comprimento visual quando vão sendo editados, falo de comprimento físico no visual mesmo não de sílabas ou letras.

algo assim:
nomos nom nmonmoo
nmoonom mmos mmn
mono mnnom nonomo

Pouco importa as contagens de sílabas poéticas ou silabas gramaticais, mas de isometria visual, o que por vezes me obriga a usar sinônimos para acertar a minha métrica. Tudo isso ocorre com uma fonte gráfica determinada que uso na edição dos livros (Kristen - veja no meu blog https://mrsergius.blogspot.com) que quando é trazido para cá, muitas vezes se perde pela diferença de fontes usadas.


Criado em: 27/12 3:31
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Re: Comentário a "Homilia*", de Simonekarinna*
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14/8/2018 20:45
De Luxor (Egito) / काठमाडौं (Nepal)
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Meu caro Benjamin teus estudos sobre o poema são invejáveis, foste buscar elementos onde eu jamais me atreveria, o que mostra teus conhecimentos apurados, o que a língua portuguesa certamente te agradece.
Mas permita-me todavia, com respeito à sua opinião assentar uma um pouco diversa? É que neste trecho você disse: "Já agora, a propósito de "farfalho", encontrámos um nome afim — "farfalhas" — que significa "bagatelas, ninharias".
Não tenho esses significados para a palavra farfalho ou farfalhas. O farfalho é um ruído não bem definido, um rumor. Tem origem no castelhano e para nós define o ruído das folhas secas sendo pisadas. "... E ouviu farfalhar o mato, como se por ele arrastassem um corpo manietado..." Monteiro Lobato, in Contos Completos, fls. 125. Ed. Biblioteca Azul
Por ligação às folhas secas também o barulho das asas de insetos são definidas por farfalhar, farfalho.
Quanto ao "diz-me", na minha visão o sujeito é oculto, "tu". Aliás este é o sujeito de todos os verbos das duas primeiras estrofes.
Essa primeira poderia ser 'traduzida' em: "Diga-me qual a sensação do contato dos (nossos) lábios" Aquele(a) que fala no poema convida seu interlocutor a contar de suas sensações.

Desconstruída a frase pode-se melhor observar a qualidade poética dessa meia estrofe, uma pergunta corriqueira se torna uma figura onírica e cheia de mistério, sensualidade e melodia: "diz-me no roçar dos lábios a cor do arrepio".
No surrealismo a substituição de palavras dando-lhes um sentido que usualmente não têm é bastante usado: "a cor do arrepio". Ora diríeis arrepios não têm cor. No surrealismo têm, essa "cor" substitui a palavra "sensação". Mas essa ligação de cor com sentimentos ou sensações não vive apenas no surreal, nem foge ao popular: "Ele ficou roxo de raiva", "branco de medo" "Ele sorriu amarelo".

No mais - e há tanto mais - acho especial essa tua iniciativa de levar a uma análise além da usual de alguns poemas. Certamente serve de subsídio a todo poeta por mais letrado que seja.

Este poema em especial, pela identificação que tenho com o estilo, consigo fazer uma interpretação creio que bem literal de seu conteúdo. Na verdade eu "vejo" o desenrolar da ação. Isso certamente decorre dos méritos de sua autora que ao criar imagens distintas do real, consegue manter esse liame com os acontecimentos que narra.

Grato pela oportunidade, escuse-me contestá-lo. A você e à poetisa minhas saudações.

Criado em: 17/11/2021 21:46
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Re: Percursos pessoais de leitura
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14/8/2018 20:45
De Luxor (Egito) / काठमाडौं (Nepal)
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Disse-nos uma pessoa desprezível - e aqui deve ser feita uma observação que até na latrina, ao atento, haverá de se extrair algum ensinamento - que os comentários feitos no Luso são afagos recíprocos. Com isso ele quis dizer que independente de realmente fazer-se uma manifestação séria sobre o escrito, faz uma 'retribuição' aos que comentam favoravelmente nossos poemas.
Eu me sinto confortável para contestá-lo.
Não faço comentário algum para agradar a quem quer que seja ou quem eventualmente tenha feito um comentário elogioso a um poema meu. Não estou aqui para ser puxa-saco.
Todavia, pode acontecer que tomando conhecimento de um comentário na minha página, eu vá ler o que o comentarista - caso não o conheça - tem escrito. E se acontecer de eu gostar de algo que eu entenda deva ser comentado eu o farei sem pudores de parecer retribuição.
Posso dar um exemplo sobre a natureza dos meus comentários, mencionando apenas uma pessoa presente nesta discussão: o Joel. Tenho muita afinidade com o que ele escreve, gosto do estilo e vejo bastante identidade com minha linha de raciocínio e escrita. Eventualmente faço comentários em suas publicações, mas dada a liberdade de interpretações que a poesia surrealista permite, guardo a maioria para mim, meu estudo e meu aperfeiçoamento.
Isso acontece com o que leio de outros poetas da casa.
Não faço avaliações ou comentários depreciativos, em primeiro porque não sou ninguém para julgar desfavoravelmente ninguém: minha insatisfação ao escrito pode decorrer da minha própria incapacidade de compreender; segundo e por fim porque é de mau tom fazer isso e leva aos que gostaram a pensar que sentimos algum tipo de inveja ou cobiça pelo que foi escrito.
Para finalizar esta passagem, quero assentar que eu pessoalmente gosto do que escrevo e posto. Não me acho perfeito não, tem muita coisa que escrevo e ao final não gosto muito e então não posto... Nessa linha de pensamento, há coisas que eu posto e penso: "isto será bem recebido, muitos vão ler e talvez comentar..." Junto com essa "pérola" eu posto outro que para mim seria menos atrativo. Não é raro que o 'patinho feio' receba uma série de comentários, dezenas de leituras e o outro passe ao largo.
Temos pois que diante de tudo isso, compreender que seria muito bom fazer e receber análises mais profundas e isentas nos comentários, pois saibamos que, nas madrugadas da vida, cada olho vê o gato de uma cor, mesmo todos sendo pardos.

Criado em: 31/10/2021 18:48
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Re: Olá a todos
Colaborador
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14/8/2018 20:45
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Mensagens: 1564
O texto é seu mesmo? Muito bonito...

Criado em: 6/8/2021 23:01
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Re: Olá a todos
Colaborador
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14/8/2018 20:45
De Luxor (Egito) / काठमाडौं (Nepal)
Mensagens: 1564
Olá, eu sou um bruxo que escreve. Ando no mundo dos sonhos, que é onde eu recolho as palavras para os poemas que escrevo. Eu sei seu nome. Mas fique tranquila porque eu respeito seu intento de permanecer anônima. Violar o livre arbítrio de outrem iria me fazer perder meus poderes... mas posso dizer que sinto uma forte presença da letra "C". Não direi mais nada pois não quero, inadvertidamente, dar informações a outras pessoas.
Conhece isto?
"Funde-se o ar puro das montanhas
Com a frescura colorida das flores,
vibrante mistura de sons, cheiros e cores".
Saudações poéticas. Seja bem vinda.

Criado em: 6/8/2021 1:15
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Re: A meretriz
Colaborador
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14/8/2018 20:45
De Luxor (Egito) / काठमाडौं (Nepal)
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Leve seu instigante soneto para a seção de escritos. Parabens pelo provocativo escrito.

Criado em: 20/7/2021 11:39
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Re: Lamentável
Colaborador
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14/8/2018 20:45
De Luxor (Egito) / काठमाडौं (Nepal)
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Citando:
Sendoluzmaior: Exerço o meu livre arbítrio e gravo os vídeos. Com a ignorância não se perde tempo e a luz prossegue.
O que você chama livre arbítrio é na verdade falta se respeito. É como passar a mão nas partes íntimas de uma mulher sem sua concordância sob a mesma alegação.
Tenha respeito pelos demais.
Apenas numa coisa você tem razão: não perder tempo com a ignorância... então até mais.

Criado em: 2/2/2021 18:01
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Re: Da afronta aos ensinamentos bíblicos.
Colaborador
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14/8/2018 20:45
De Luxor (Egito) / काठमाडौं (Nepal)
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É lamentável a pregação de qualquer natureza. Sou favorável ao tipo de comportamento de "cuide da sua vida e deixe a das outras em paz".
Ou de uma forma mais compreensível: não encha o saco.
Para iniciar ainda cabe um reparo gramatical: assassinato é um ser humano retirar a vida de outro ser humano. Nem a onça ao matar um homem comete assassinato nem o homem ao matar a onça.
Não há, por outro lado, indicações que Deus tenha considerado indevido o ato de comer carne. Segundo o Antigo Testamento, no Gênesis, Abel, filho de Adão e este sim assassinado por Caim, era criador de ovelhas e o próprio fato de sua morte deve ao ciúmes de Caim porque Abel ofereceu a Deus uma ovelha em sacrifício e este foi aceito.
Mais atualmente há registro que Jesus tenha comido peixes e cordeiro.
Ainda em Gênesis [9:3], depois do Dilúvio, Deus dá todos os animais ao homem como alimento.
Errado está matar animais indiscriminadamente e como esporte como nos safáris e outras práticas que ocorrem em todos os cantos do mundo; matar animais para fazer roupas de luxo e outras coisas do gênero.
Errado está aquele que não tem piedade e abandona animais nas ruas, que os agride imotivadamente.
Errados estão aqueles que criticam sentados no alto de suas poltronas de couro.
Para todos que se julgam melhores que os demais por serem vegetarianos ficam dois ensinamento bíblicos:
Paulo deixou claro em Romanos 14:2-6 que tanto podemos comer carne como não comer, desde que estejamos convictos e demos graças a Deus em tudo o que fazemos. Não devemos julgar os outros nem impor restrições que para outra pessoa não fazem sentido. Cada um está livre em Cristo para decidir sobre esse assunto (Colossenses 2:20-21).

Criado em: 31/1/2021 23:50
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Re: Aborto e estupro
Colaborador
Membro desde:
14/8/2018 20:45
De Luxor (Egito) / काठमाडौं (Nepal)
Mensagens: 1564
Ora Indielite, talvez eu devesse imaginar que um aborto fosse permitido, impedindo que o mundo fosse recepcionar um ser execrável: tua mãe a abortar tua gestação. Isso sim seria útil, não?
Infelizmente não. Até mesmo tu, sem qualquer compostura e reserva moral se faz necessário neste mundo. És na realidade um exemplo. Exemplo do que não ser.

Criado em: 13/1/2021 22:54
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