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A licença poética X O erro gramatical
Colaborador
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14/8/2018 22:45
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Procuro em meus versos observar o rigor da regras da nossa língua em todos seus aspectos.
Todavia permito-me certas "licenças" em quê, deliberadamente, violo alguma dessas regras em benefício da sonoridade do poema, que muitas vezes assim o exige.
Sabemos que os pronomes oblíquos átonos devem preceder o verbo quando houver palavra atrativa. Também sabemos que não se iniciam frases com pronomes oblíquos, reflexivos ou recíprocos - ressalvado o 'se' quando usado em sua função conjuntiva.
Mas muitas vezes não soa bem: "Falei-te que eu..." e não quero, para corrigir, ter que mudar a estrutura da frase "Falei a você que eu...". Esse é o momento que violo deliberadamente a regra em benefício da sonoridade "Te falei que eu..."
O uso da licença poética deve ser perceptível ao leitor e não pode ser algo tão reiterado nos textos que passe a sensação que o escritor escreve errado.
Outra atenção que devemos ter - e que vejo violada em muitos escritos em belos poemas aqui - é a concordância.
"Alguém te disse que você é especial?" (*)
Você usaria essa construção? Não o faça pois há um erro: "te" e "você" na mesma frase não combinam. O pronome "te" corresponde à 2a pessoa, mas "você" pede o pronome na 3a pessoa - "lhe".
"Alguém lhe disse que você é especial?" seria o correto.
Trouxe este assunto por dois motivos: um deles é que vi uma crítica enfática e alguma discussão sobre uma palavra usada em licença poética por um poeta, nosso colega aqui. O outro motivo é que li um belo poema, mas havia um erro grave de concordância o que tornou dissonante sua construção.
Portanto amigos, cuidado com a gramática para que possamos, vez ou outra, licenciar-nos das regras em nome da sonoridade do poema sem parecer que não sabemos escrever corretamente nossa linda língua portuguesa.


(*) frase em https://www.pensador.com/frase/MjYyMTkw/

Criado em: 6/12 1:55
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Dor e angústia protagonizam o show
Quando a noite vem, a mágica se faz
Nasce o poema das entranhas feridas
Então, abro as asas e voo ao infinito.

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Re: A licença poética X O erro gramatical
Colaborador
Membro desde:
14/8/2018 22:45
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Aguardo manifestações.

Criado em: 6/12 1:57
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Re: "Ex nihilo nihil fit"
sem nome
chechuse! bem, não sei onde vais buscar essas fotografias de tatuados mas, deve ser na internet. mas sei onde foste buscar oitenta por cento das palavras. ainda frequentas a feira da ladra e continuas a comprar mobílias do século quinze! está bem pois. olha, estive a falar com o vicente e nem sabes do quê! ainda fazes aquelas salsicheiras... conheces o antónio variações? que a nossa senhora vos salve. digam amém

Criado em: 6/12 20:14
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Re: "Non animum stultum stultus"
Colaborador
Membro desde:
14/8/2018 22:45
Mensagens: 640
Caro Jorge, com esses teus longos parágrafos - que causariam urticária em certos puristas que exigem formatos tanto mais exíguos ou mesmo acessos hemorroidais a alguns idiotas que preferem a estupidez como forma de tentar, de forma inglória, todavia, atrair o que sua incompetência não lhes permite atrair versejando, pois são opacos, mornos e previsíveis quando deveriam ter brilho, calor e surpreendabilidade - explicas afinal com exemplo tangível aquilo que sustentei numa tese tanto menos aprofundada.
Num desses jornais de esquina, que um primo meu redigia e espalhava, há tantos anos quanto o dobro dos dedos que se pode contar numa única passagem de olhadela para as mãos e pés, dizia em seu "Indicionário" - onde traduzia as frases como deveriam ser ao invés de como eram usualmente proferidas: "De onde menos se espera é que nada vem mesmo" em substituição à tradicional máxima "Boas coisas vêm de onde menos se espera". Ainda traduziu o "Devagar se vai ao longe" para "Devagar não chega a tempo ou, com sorte, chega-se atrasado".
Mencionei-o, pois a frase de seu "Indicionário" primeiramente mencionada e negritada, certamente faz-se perfeitamente aplicável àquele que escreve tanta chafúrdia, buscando ofender, desmerecer e diminuir os demais com colocações dispensáveis e depois chega a esperar que algum poema seu seja lido {que até tem virtudes - com respeito a dizer sempre a verdade, doa a quem doer (esse meu defeito o qual minha mulher define como falta de travões na língua)} - mas as pessoas evitam temerosas de ler mais estupidezes, dada sua idiossincrasia de ser desgostoso quando critica os demais ou quando sua baixa autoestima o faz zombeteiro.
Sem poder alcançar a tua tamanha habilidade de tratar as palavras, ainda assim por teimosia taurina, volto a salientar que o 'erro' deliberado que é apreciável difere diametralmente daqueles pseudografistas que esperam que "a situação seje menas difícil nos dias futuro!" e que mal sabem que assim não haverá qualquer futuro ou, menos eufemisticamente, que assim não dará para engolir tanta idiotice, que deve ser peremptoriamente ignorada pela observação do princípio: Non animum stultum stultus.
Abraços.

Criado em: 7/12 15:36
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Re: A licença poética X O erro gramatical
Da casa!
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1/5/2012 3:18
De Belo Horizonte
Mensagens: 265
Mr.Sergius, da língua portuguesa não entendo patavina. Busco com ardor o idioma que toca a todos os seres, o Irdin. Nos sonhos através de símbolos, um bloco de ideias nos é transmitido vencendo todo tipo de barreira linguística. Espero que a minha ignorância em relação a língua portuguesa não constitua uma barreira severa entre nós.

Criado em: 9/12 15:12
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Eu sou gratidão
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Re: És um Valente cagão de Valboi
sem nome
acordei com in.sónias, logo duas, com aqueles calores que carateriza quem sofre de andropausa e vim aqui ver se via uma gaja boa e aparece-me sempre a mesma bisca, a joela tolinha em camisa de noite rendada em ceda macia nightwear ligueiro de renda de inspiração vintage estilo romântico intimissimi cabelo no ar às pregas baton vermelho repetindo vezes sem conta: eu sou a jorgina amor. chega-te para lá moço. já te passaste outra vez! tu apagas muito tolinha. deve ser transtorno bipolar, ou então, esquizofrenia académica ou síndrome de she she
estás bonita estás

Criado em: 10/12 1:55
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Re: A licença poética X O erro gramatical
sem nome
VAI MAS É FAZER MAIS UMA SALSICHEIRA

Criado em: 10/12 2:22
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Re: A licença poética X O erro gramatical
sem nome
nem sequer sabes que teem é a forma verbal correspondente à terceira pessoa do plural do presente do indicativo do verbo ter. teem não existia no dicionário de língua portuguesa até eu começar a escrever assim porque detesto chapéus. jorgina... não tires já essa tanga de fio... em v women'secret verde... senão ainda me dá alguma coisinha má e... she she

Criado em: 10/12 5:15
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Re: Não passas de um escarro com forma humana ! F.P.
sem nome
olá, aqui há pardal! olha morcão, estava eu a preparar-me para ver o glorioso na tv quando recebi uma mensagem no tele para vir ver a figura que andas a fazer. eu tenho muita pena de ti. não te tratas bem, entendeste fazer de ti um maltrapilho a ver se alguém tem pena de ti. é claro, como copias merdas dos livros comprados na feira da ladra e te pões a cuspir merda com as palavras do século cinquenta e quatro antes de cristo nem reparas que me andas a perseguir há... perdi a conta aos anos. pediste-me amizade no facebook e andaste a elogiar os meus escritos messes a fio. pediste-me amizade até em sítios onde eu não estou, tipo instagram e... e merda. comentaste textos no blogue que a saudosa Joana me dedicou pouco antes de partir a elogiar e depois apagaste, aliás continua lá o registo para quem quiser constatar a verdade do que digo, até o pessoa copias ao dizer que a tua pátria... vai perseguir o caralho ó zézé. estou cheio. até ameaças de morte já recebi. e vens para aqui pedir esmola nessa figura de vitima! vai à merda atrasado mental. foste sempre ceguinho caralho. queres o quê? eu sei que sou bom e sei que não sou merda nenhuma. sou um velhote gordo, bem parecido é certo, mas gordo, charmoso sim, mas velhote. e mais, eu tenho namorada. vê se tens amor próprio desgraçado. arranja uma gaja pá. à grande merda
agora vou ver o meu querido BENFICA e degustar um queijinho de azeitão. mete o dedo

Criado em: 10/12 17:51
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Re: Não passas de um escarro com forma humana ! F.P.
sem nome
aqui está o link para a confirmação: https://poemasdealbertomoreiraferreira.blogspot.com/
já não tenho facetrook, mas há aqui gente que leu os teus comentários aos meus textos. por exemplo... eu não devia falar em nomes, no entanto eles que se fodam, são de gente que muda de camisola por dá cá aquela palha, veit e... os vários nomes que a mesma tem assumido. e não falo de outros porque não merecem. vós andais todos fodidos da cabeça. vós não lutais por uma humanidade mais humana mas por um pedaço de terra que vos dê um bocado de pão. olha amigo, eu podia estar a morrer de fome que jamais pediria. nós trabalhamos e somos pessoas de bem por isso temos direito a morrer com dignidade. andais a trocar esmolas uns com os outros dizei-vos isto e aquilo e sois nada mais nada menos que diabos. ide enganar o caralho. o mundo não tem de ser merda apenas porque pequenos. viva a espanha

e digo-te uma coisa, o Benfica vai ganhar


Criado em: 10/12 18:53
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