No teu abraço o peito encontrou seu compasso,
Poema vivo que em cada flor se fez brotar.
Eras a rima pura, o brilho, o meu espaço,
Mas hoje o tempo insiste em nos separar.
Não é contigo o verso que o destino dita,
A fila segue o curso, o rio corre ao mar.
Pois outra vida agora a voz me solicita,
E o que era nosso enfim pode se apagar.
© Tereza Lima
30.09.2026
https://youtu.be/hduE8bjfOB4?is=f7o-azICtq9vmHQM
ltslima
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