A paz se tornou minha arma
Contra uma guerra que não é minha
Não preciso desbravar
Esse pântano de mentiras
Não tenho que explicar
Mentes desreguladas, caóticas, perturbadas
No silêncio não peço permissão
Pra existir e respirar
Essa energia é minha
Esse é o meu poder
Nada, nada preciso fazer
Que vocês se devorem
Em vossas próprias armadilhas
Calado envelheço, sereno, sem medo