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Protegendo os seus poemas com Tynt
   Todas as mensagens (Antónia Ruivo)


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Re: Júlio Saraiva
Colaborador
Membro desde:
8/12/2008 15:15
De Montemor-o-novo
Mensagens: 3909
é só o que me lembro, pois estou em choque, obrigado poeta descança em paz.

http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=161929

Criado em: 22/2 21:07
_________________
Era tão fácil a poesia evoluir, era deixa-la solta pelas valetas onde os cantoneiros a pudessem podar, sachar, dilacerar, sem que o poeta ficasse susceptibilizado.

Duas caras da mesma moeda:

Poetamaldito e seu apêndice ´´Zulmira´´
Julia_Soares u...
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Re: RETROSPECTIVA DO 1º ENCONTRO LUSO-POEMAS-BRASIL
Colaborador
Membro desde:
8/12/2008 15:15
De Montemor-o-novo
Mensagens: 3909
Ai que tristeza aqui tão longe, parabéns amigos pela poesia de cada um de vós foi ela que me permitiu desfrutar de tão belas imagens.

Criado em: 10/8/2012 13:09
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Era tão fácil a poesia evoluir, era deixa-la solta pelas valetas onde os cantoneiros a pudessem podar, sachar, dilacerar, sem que o poeta ficasse susceptibilizado.

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Re: Comentários com SPAM
Colaborador
Membro desde:
8/12/2008 15:15
De Montemor-o-novo
Mensagens: 3909
Obrigado Helen pela informação, vou estar atenta.

Criado em: 7/8/2012 13:26
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Era tão fácil a poesia evoluir, era deixa-la solta pelas valetas onde os cantoneiros a pudessem podar, sachar, dilacerar, sem que o poeta ficasse susceptibilizado.

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Re: II Concurso de Poesia da Associação Cultural Draca
Colaborador
Membro desde:
8/12/2008 15:15
De Montemor-o-novo
Mensagens: 3909
Desejo que o dia seja de festa e amizade,vamos ver se é desta que participo, o ano passado por excesso de trabalho acabei por não o fazer com muita pena minha.

Criado em: 6/8/2012 12:37
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Re: Faz uma carta de amor
Colaborador
Membro desde:
8/12/2008 15:15
De Montemor-o-novo
Mensagens: 3909
Aqui estou eu, sabes uma coisa, neste momento só me apetece dizer e lembrar palavras bonitas. Estou naqueles dias em que segundo o ditado se vê passarinho verde, e o passarinho, melhor os passarinhos são os teus olhos brilhantes, não sei se já te disse que eles dançam quando me olhas, parecem borboletas dançando na Primavera.
Agora inquiro o porquê do nublado que por vezes te assombra, e consequentemente sou arrastada nesses castelos nublosos, tal papagaio de papel em dia de vento. Era tão fácil bastava que nunca deixasses parar a orquestra que o teu coração toca docemente. Mas meu amor, sabes que me perco no pensar, o vento impele a vida depois da ventania sempre regressa a calma, é cíclico, não abanes a cabeça, eu explico.
Numa vida com acertos as arestas tem que ser limadas, assim como a ternura tem que ser exercitada. Quando se ama as pedras soltam-se e nem damos por elas, os caminhos ficam planos e o amor acontece. Está bem, és mais pragmático terás uma outra explicação, para as borboletas que dançam no teu olhar quando me olhas, mas sabes como sou, nos teus olhos dançam borboletas nos meus dançam letras e sempre que a música pára, escrevem a palavra amor.

Antónia Ruivo

Criado em: 12/6/2012 0:06
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Re: .
Colaborador
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8/12/2008 15:15
De Montemor-o-novo
Mensagens: 3909
E que li o texto que aqui estava e que quanto a mim enquadrava-se na situação presente, Não lhe chamaria erro quando muito talvez precisasse de ser aligeirado.

Criado em: 7/6/2012 18:30
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Re: .
Colaborador
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8/12/2008 15:15
De Montemor-o-novo
Mensagens: 3909
Ora aqui está uma coisa com a qual não concordo, o apagão, se o texto era inadequado deveria ficar como exemplo do que não se deve fazer, com a devida retractação por parte do autor do mesmo, de que vale tanto chinfrim quanto ao botão se no fim fazemos igual privamos os demais usuários de se manifestar, quando se publica algo devemos pensar antes se corremos em erro ou então se se sentimos que erramos deixemos aos outros essa análise, só assim entendo comunidade. Não gostei mesmo nada ainda por cima quando foi criado um movimento que quer ser o incentivo da transparência e sã convivência, agora a quem vem depois resta-lhe adivinhar e tirar dilações que é o que já está a acontecer. Informo que estou aqui a opinar como utilizador e não como membro do Pró-Luso. Não gostei deste apagão.

Criado em: 7/6/2012 18:28
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Re: Diz que é uma espécie de quiz literário I
Colaborador
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8/12/2008 15:15
De Montemor-o-novo
Mensagens: 3909
Vou voltar com tempo.

Criado em: 6/6/2012 14:12
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Re: EPL - Estudos Portugueses e Lusófonos
Colaborador
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8/12/2008 15:15
De Montemor-o-novo
Mensagens: 3909
Feito.

Criado em: 31/5/2012 20:35
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Re: Apresentação do Movimento pró-Luso
Colaborador
Membro desde:
8/12/2008 15:15
De Montemor-o-novo
Mensagens: 3909
Duvidar é próprio do ser humano em pé de igualdade como o acreditar, como Luso- Poeta convicta só peço uma coisa aos restantes Lusos também eles poetas, não opinem, por favor não opinem sem antes ler todas as intervenções aqui deixadas dos membros do movimento e dos não membros, antes de ser dada opinião seja aqui ou lá fora primeiro devemos munir-nos de toda a informação possível, só assim daremos uma opinião saudável, sejamos contra ou a favor, as razões deste movimento estão explicadas por cada um de nós, quem por aqui anda assiduamente tem testemunhado o estado lastimoso a que o Site chegou. Um ``depósito de textos`` onde as pessoas entram para publicar e fogem a sete pés, o Site deixou de ser aprazível à permanência, nada tem a ver com textos ``maus ou bons``, e sim com boas e más formas de gerir um espaço literário. Outra coisa que peço, por favor não transformem este movimento numa guerrilha ``Portugal, Brasil ``. Guerrilha que só houve na imaginação de ``alguns`` porque lhe era apropriada em determinados momentos lançar essa ideia no espaço.

Peço também que se esqueçam nomes e casos concretos de ofensas e contra ofensas, ofensas houve sim e muitas entre os chamados ``fracos e fortes``, denominação também ela atirada para a fogueira porque assim se manobravam ``vaidades enraivecidas ``. Tanto de fracos como de fortes. Não me considero nem franca nem forte mas considero-me uma pessoa determinada e grata, quase que desisti deste espaço e do seu criador a quem admiro. Quase que perdi a vontade de lutar contra a inercia, mas se existe um grupo de pessoas determinado a trazer de volta o espaço que tanto me deu enquanto pessoa e enquanto poeta, o meu lugar é ao lado dessas pessoas.

Errar é Humano, acreditar é Humano, duvidar é Humano.

Quem nunca Errou, quem nunca Acreditou, quem nunca Duvidou.

Esses sim podem dar-se ao luxo de opinar sem se munir de informação aos outros peço pelo menos tolerância para com todas as iniciativas que visem recuperar um espaço doente, venham elas a vencer ou a ser vencidas.

Eu ACREDITO.

Criado em: 31/5/2012 18:48
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