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(1) 2 3 4 5 »


questão
sem nome
uma pergunta à adm..

até qdo eu, Azke, Alex Moraes, devo ficar inerte às provocações simplórias de vassalos e refugos literários condizentes à própria mediocridade de si, em minhas incursões neste sítio?

pois..

já tenho as minhas palavras copiadas pelo pândego mambembe, que claramente me insulta na sua coluna rídicula de fofocas e comadres e ainda, como se nao me bastasse, segue-me pelos cantos do fórum..

eu nao autorizo este assecla à comum vala/latrina a dizer o meu nome em sua coluna medíocre, mas parece-me q o dito meliante gosta de abduzir-se às minhas falas e, pasmém!!! acha-se em oferta mascarada de traduzir-me...

apenas isto:


a pequenez desta verve impoluta nao chegará nunca à grandeza de um RELES palavrão que, acaso, eu quiser lhes atribuir..





espero que as minhas palavras(aqui) não sejam motivo pra alguma punição, mas.. se assim o for, saibam:




eu rechaçarei à minha volta(se houver..)


Criado em: 12/4/2012 2:00
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Re: questão
Colaborador
Membro desde:
15/8/2010 19:42
De Leão do Norte (Pernambuco), Brasil
Mensagens: 1641
se ficar "inerte" é não responder a provocações,
eu aconselho que fique "inerte" sempre.

esqueçam essas desavenças. vão escrever.

Criado em: 12/4/2012 2:53
_________________
"eles são muitos, mas não podem voar..."
- ednardo
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Re: questão
Colaborador
Membro desde:
8/12/2008 15:15
De Montemor-o-novo
Mensagens: 3909
Pois escrevam se faz favor, :))

Criado em: 12/4/2012 9:33
_________________
Era tão fácil a poesia evoluir, era deixa-la solta pelas valetas onde os cantoneiros a pudessem podar, sachar, dilacerar, sem que o poeta ficasse susceptibilizado.

Duas caras da mesma moeda:

Poetamaldito e seu apêndice ´´Zulmira´´
Julia_Soares u...
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Re: questão
Colaborador
Membro desde:
14/5/2008 21:44
De Leiria
Mensagens: 14947
Quando é que acaba este circo?
Não paguei bilhete...

Criado em: 12/4/2012 11:46
_________________
Vóny Ferreira
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Re: questão
sem nome
- quem vem lá?!?


"aninhas" ou "voninhas"??

Criado em: 12/4/2012 16:25
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Re: questão
Da casa!
Membro desde:
6/12/2009 10:07
De Rio Tinto, Gondomar,Porto
Mensagens: 346
Hey Alex, ás vezes até a solene e poderosa escrita de um homem passa pelas queimas da sociedade, relaxa e ignora porque é o que melhor podes fazer. Este sitio precisa de homens como tu para "cantar as coisas de outra maneira" por isso lê. sente e está em paz porque por vezes, sem querer, o que mais te critica é o que mais te quer cá.

Ignoremos os insultos e infrentemos a verdade

Fica bem, rapaz

Criado em: 12/4/2012 17:11
_________________
F.Pereira, poeta
http://flavioblog.pt.to/
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Re: quest(ão, ão, ão, ão, ão, ão, ão, ão, ão, ão, ão, ão, ão, ão)
Colaborador
Membro desde:
24/7/2008 17:57
De Braga
Mensagens: 2715
ÃO = Onomatopeia normalmente usada para imitar o som do cão a ladrar. Não confundir com o uivo que normalmente é emitido por lobos. também é frequente em cães de raça nomeadamente Huskys Siberianos, no caso será, pela foto apresentada, o cruzamento de um galgo afegão (pela cabeleira!) com um rafeiro (em brasileiro, vira-lata). Esta conclusão é tirada pela expressão da foto, claramente pouco inteligente, em pormenor consegue-se com algum esforço descortinar alguma baba a escorrer, das beiças...

Criado em: 12/4/2012 18:05
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Re: questão
Colaborador
Membro desde:
3/9/2010 9:17
Mensagens: 505
Bora lá infrente todos...infrentemos os frangos, as frangalhadas, goooooooooooooooolo.

Criado em: 12/4/2012 18:11
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Re: questão
Colaborador
Membro desde:
14/5/2008 21:44
De Leiria
Mensagens: 14947
"- quem vem lá?!?


"aninhas" ou "voninhas"??"


pimpampom! Pummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm!!!
escolha... e fique na sua!

Criado em: 12/4/2012 19:37
_________________
Vóny Ferreira
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Re: questão
Colaborador
Membro desde:
2/6/2008 9:23
De Lisboa (arredores)
Mensagens: 1083
Aqui a grande questão é que o Luso Poemas não sabe lidar com o Azke ou Alex Morais e o Azke não sabe lidar com os que não sabem lidar consigo.

O Azke tem uma escrita em combustão e a caminho de qualquer coisa. Cultiva o erro e dá à sua escrita muita elasticidade que acaba por ser criativa e rica. Mas como cultiva também o erro nos textos que não se querem literários e o insulto, tornou-se alvo de ataques de quem não gosta nada da brincadeira. Noutros mundos esta relação acesa podia-lhe dar publicidade e leitura. Aqui no Luso é diferente. Há correntes de Literatura que ainda não chegaram cá, a poesia de rua, o "beat" dos nossos dias, a provocação como forma de arte em poesia de hoje - para gente de hoje, a poesia conforme a linguagem dos dias, a poesia com o vernáculo e oralidade das ruas, e por aí fora. Ainda andamos aos sonetos como se ainda não tivéssemos saido dos finais do séc. XIX. E o soneto pode ser transformado mas temos medo. Optamos pelo poema livre não só como opção mas por facilidade e somos iguais uns aos outros. Claro que este retrato não é para todos. Cada um escolhe o seu caminho e devemos respeitar.
Azke é diferente. Vamos ver como evolui.
Claro que seria mais fácil se Azke não respondesse com a sua matéria de linguagem dentro do personagem que criou. Claro que os seus leitores deviam ter o cuidado de não se colocar no território do guerreiro a menos que seja para o derrotar. Se vão mal preparados levam tareia. Acabam por ser matéria para treino do Azke por se colocarem no seu território.
Pode ser que o Azke utilize tudo o que se passa à sua volta para a sua poesia e a enriqueça mais. Por exemplo não gosto quando se encurtam palavras como se tratasse duma mensagem de sms mas era só uma questão de tempo para que esta forma de comunicação não invadisse a poesia. Que o poeta saiba transformá-la em arte.
Quem sabe pode vir a ser um Basquiat um Tupac ou um Tarantino dos poemas.
Por mim, força! Claro que se me insultares vou responder mas também é verdade que não parece haver razão para isso, não é? Muita da acção de Azke é reactiva, o que quer dizer que também é provocada.
Só defendo a poesia, o resto pertence ao campo dos relacionamentos entre pessoas. Por opção sigo a via do vive e deixa viver. Não serei eu que irei condicionar a "mão" do artista. Ele que siga o seu caminho. Se optar pela técnica da locomotiva demolidora que tudo devora á sua passagem, só farei é desviar-me.
Porque não fazem o mesmo?

Um abraço,
Carlos Teixeira Luis.

Criado em: 16/4/2012 14:50
_________________
Carlos Teixeira Luis

http://carlosteixeiraluis.blogspot.com

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