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Re: A respeito do teu deus - politeísmos
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6/11/2007 15:11
Mensagens: 1915
Acerca da pedofilia na Igreja e à homossexualidade em geral

Já referi anteriormente que a sexualidade é uma dádiva da natureza, e que considero uma hipocrisia o voto de castidade a que o clero está imposto.
É uma negação dessa natureza, e inclusivamente, uma oposição à máxima de Crescei e Multiplicai-vos.
Os Padres (designação geral, como barco) não se podem multiplicar, isto é, gerar outras vidas.
Nem na forma tentada, ou exercitada.

É essa tentativa, ou tentação, que entra em conflito com a humanidade do Padre.
São comuns os relatos de auto-flagelação, como forma de controlar essa tentação. Deviam-se auto-flagelar para o pecado da Gula, talvez fossem menos gordos.

Antes da revolução tecnológica que estamos a passar, e durante séculos, a Igreja teve um papel fundamental na educação das massas, sendo quase em exclusivo, a única instituição que praticava a caridade, e participava na construção de escolas e no ensino.
A divulgação do evangelho, a catequese e o sermão do senhor Padre na missa dominical é a forma de conhecer a vida, o mundo e as notícias do mundo com alguma regularidade.
Um poder inigualável e, muitas vezes desapegado, praticando o bem. Apesar dos inúmeros contras que não devem ser escondidos, nem esquecidos.

Há uma posição sexual que é básica, mas que foi revolucionária no tempo em que fez parte da expansão marítima e dos descobrimentos, que foi ensinada às nativas pelos religiosos que no século XVI iam em missão de evangelizar os infiéis.
A Posição de Missionário acontece, rosto a rosto, estando o sujeito activo em cima do passivo, executando a penetração. O sujeito passivo executa a penetração.
Hoje em dia os missionários praticam a canzana.

Tendo um papel tão importante nas sociedades ocidentais de índole católica, e um papel fulcral no ensino, é comum os Padres estarem de rodeados de crianças na catequese, ou em escolas do terceiro mundo, ou no primeiro.

A tentação, que nada tem a ver com o Diabo, está presente.
Noutra intervenção anterior foi falado no caso de um padre que abdicou dos votos e casou-se com o amor da sua vida. É uma situação complicada, se quisermos criticável, mas que em última análise uma assumpção da natureza.

A Pedofilia é crime.
A questão do consentimento é impensável pois uma criança (a lei prevê aos 18 anos, mas as atenuantes começam aos 16, se não me engano), não tem maturidade, nem o domínio adequado das suas emoções, e é muito mais susceptível a manipulações.
Ao longo dos tempos a vida foi diferente. Nos séculos anteriores, sobretudo na idade média, os Reis eram coroados aos 15 anos, e casavam-se por essa altura.
As sociedades contemporâneas, no médio oriente, por exemplo, ainda prevêem que os menores (aos olhos ocidentais) se casem com velhos.

A homossexualidade é uma das hipóteses, no que diz respeito ao desejo, às orientações sexuais de cada um, e envolvem o mesmo universo dos elementos do clero e dos civis.

Presente desde o início dos tempos, observável nos outros seres vivos, na cultura clássica a homossexualidade feminina e masculina era uma das formas normais de iniciação da procura do prazer e na vida adulta.
A necessidade de propagar a espécie, e o prazer também, era incentivada mais tarde, iniciando a heterossexualidade.

Hoje em dia, desde que haja amor, pior é a solidão frustrada, a sexualidade, consequentemente, reprimida... O que importa se o parceiro é do mesmo género ou do outro?

Os movimentos Pró-homossexualidade têm um colorido que ofende os olhos mais obscuros.
A verdade, é que tem a necessidade de impor a liberdade recentemente adquirida, aos outros.
Os\as homossexuais foram vitimas (e ainda são) de descriminação feroz, mais agressiva do que a dedicada ao racismo.
Com a desculpa do Crescei e Multiplicai-vos, como a homossexualidade não permitia a reprodução ela foi condenada pela bela Igreja e colocada ao nível da heresia.
Assim como as bruxas, eram queimados\as vivas, ou capados, ou outras atrocidades que existem, em museus, maravilhosas maquinarias para fazer sofrer em caves e mosteiros.

Discutir-se se um casal homossexual pode adoptar uma criança é ridículo. É preferível ficarem em orfanatos, ou na rua?

Criado em: 5/8 11:40
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Re: A respeito do teu deus - politeísmos
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6/11/2007 15:11
Mensagens: 1915
Em relação à sugestão do Sydnei, agradeço a oferta que gentilmente me fez, mas não estou disponível para ceder o meu e-mail, a ninguém, por motivos pessoais.

Se a sua editora lhe permitir, publique no Luso e eu prometo que lerei, no início, algumas páginas, para ver se é do meu interesse o tema.

Ainda tenho alguns livros na minha estante para ler.
Se avaliei a capa, é porque a mostrou.
Se a não tivesse mostrado no Luso nada diria.
Para o meu e-mail pessoal, não iria.

Aquele abraço.

Criado em: 28/7 6:21
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Re: A respeito do teu deus - politeísmos
Colaborador
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6/11/2007 15:11
Mensagens: 1915
Suponho que TarOss seja outra divindade nórdica como Odin, ou Loki?
Estarei a falar com alguma divindade?

Sim, falar abertamente sobre a espiritualidade e sobre religiões, pode ser um tópico que muitos pensam ser lixo.
Falar abertamente sobre maneiras diferentes de pensar, ou sentir deus, pode ser lixo para muitos.

Falar sobre o respeito pelo pensar, ou sentir dos outros, pode ser também lixo.

Em última análise, falar, pensar ou escrever, pode ser lixo.

Utópico, é pensar que todos temos de pensar deus da mesma maneira.

Eu gosto de utópico.

Utopia é uma forte base para o meu motivo para estar neste site, e escrever alguns textos, que poucos consideram, ou deveriam considerar, poesia.

A enunciação dos motivos pelos quais um crente pode deixar de ser, ficou muito incompleta.
Deixada à superfície, para que outros possam intervir.

Eu sei que choco muito os outros com o meu ateísmo.
Não é minha intenção, mas não quero saber o que os outros possam achar a esse respeito.

Respeito todas as religiões, e seus crentes.
Procuro conhecer um pouco delas, o mais básico em função de serem tantas. Manter-me informado, digamos.

O livre arbítrio é mais um bom assunto para utópico. Perdão, para um tópico, para um fórum.
Acho que vou iniciar um.

Assim, por alto, o nosso poder de decisão, que penso ser esse livre arbítrio, está na nossa vida colocada de forma muito ilusória.

Não acho que haja alguma entidade superior a fazer as escolhas todas por nós, nem que o destino seja algo real.

Penso que somos o produto de influências exteriores, que nos condicionam. Muitas vezes sem sabermos, ou repararmos.
Os estudo feitos pela publicidade, ou pelo marketing, são um exemplo claro disso.
Achamos que compramos, ou decidimos comprar por necessidade, quando na verdade somos induzidos nessas compras por anúncios, muitas vezes fraudulentos.
A propaganda política, condiciona as decisões de voto.
Achamos que estamos a escolher livremente, quando na realidade há máquinas de comunicação social oleadas, extremamente bem preparadas, que influenciam o nosso sentido de voto.
Mesmo que achemos que nada o faz, tudo o faz.
Os conselhos da família, nas escolhas mais variadas do nosso dia-a-dia.
Achamos ser únicos (até penso que o somos), mas vestimos segundo uma moda, usamos a tecnologia que nos é imposta. Compramos os carros que nos vendem, rezamos as rezas que nos ensinam desde crianças.

Chegando a esse ponto, a nossa religião começa ao primeiro ano de vida no baptizado. Imaginemos na religião católica, é claro. Ainda não sabemos falar e já vamos à missa todos os domingos e ouvimos falar em deus todas as semanas.
Uma vez por ano, no Natal, mesmo os islâmicos (um pouco hipócrita, isto) trocam prendas e comemoram um nascimento.
Os brinquedos que os outros também têm, e que esperamos 365 dias para ter.

O livre arbítrio é uma ilusão necessária, sobretudo em regimes democráticos e em que é o povo (a maioria) que escolhe o governante.
Nas monarquias absolutistas, não havia livre arbítrio. Fazíamos o que o reizinho queria.

Como nas ditaduras comunistas, ou nas fascistas. Pensar diferente e escolher diferente, é ser preso político e torturado até à morte.

Como na inquisição. Já ouviu falar?
O livre arbítrio, nesses tempos de ouro da igreja, era, se escolhêssemos pensar, ou questionar livre-mente as sagradas escrituras, como fez Galileu Galilei (gosto da sua teoria baseada no uso do telescópio que inventou para provar que a Terra anda em volta do Sol e não o contrário, e que é redonda), o mais provável era sermos condenados à morte pela fogueira, ou por afogamento.

Ainda ontem falei com alguém que me dizia que deus é energia. Que assume vários nomes.

Acho que é, sobretudo, um produto da nossa crença. Faz parte da nossa cultura. Está na nossa comunicação, isto é, na nossa linguagem.
Mas, para além de isso, e para além de justificar os fenómenos que damos o nome de miraculosos, acho que é um modo de nos sentirmos menos sós.

Obrigado a TarOss pela participação e por manter o utópico vivo...



Criado em: 28/7 6:16
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Re: A respeito do teu deus - politeísmos
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6/11/2007 15:11
Mensagens: 1915
Longe de mim ser um especialista em Orwell.

Lembro-me do Boxer ter escolhido o perfil em função duma descrição de Orwell acerca duma personagem do Triunfo dos Porcos, romance, em que Boxer era o cavalo da quinta. Houve algo na descrição que seduziu o nosso professor.

A lembrança que tenho do Triunfo é dum filme em animação que vi na televisão, ainda em adolescente.
É um clássico da literatura norte-americana e, creio, da literatura mundial.
Como a ditadura dos Porcos prevalece, não é um romance que acabe bem.
Cabe bem, sim, a metáfora à sociedade dos homens, a escolha dos porcos como classe política dominante e como a quinta é uma personificação magistral de toda a nossa sociedade actual, ainda que tenha sido escrito em meados do século passado.

Contudo, para mim, Orwell, que o Sidney tem o direito de ignorar (existem tantos outros autores doutra qualidade para ler), é o 1984.

Resumindo, o 1984 passa-se numa sociedade alternativa, em que Orwell em 1949, ano de publicação, aborda e cria o conceito de Big Brother. A supervigilância.

Imitando os regimes ditatoriais, tem uma personagem que, em vez de vodka, afoga as suas mágoas em Gin, tendo a plena noção de que é observado em própria casa, a cada segundo, por um sistema complexo de câmaras.

Tinha um lado futurista, complexo, brilhante.

Aborda os subtemas a que fiz referência em intervenções anteriores, sobretudo relacionadas com o humanismo secular.

Daí podemos incluir Orwell neste fórum.

O papel que a linguagem tem no nosso saber.
Que o vocabulário é peça fundamental do nosso pensamento, que é necessário expandir, para que a liberdade seja um direito, é que é a peça chave do 1984, e que me leva a achar Orwell impreterível.

Aconselho-o vivamente, Sidney, ou Sendo, já que mostra o meu argumento dum modo que eu nunca conseguirei fazer.

Aquele abraço.

Criado em: 21/7 6:16
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Re: A respeito do teu deus - politeísmos
Colaborador
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6/11/2007 15:11
Mensagens: 1915
Até te fica mal citares George Orwell, neste caso... Nem que seja apenas no título.

Bonita capa contudo, terá sido feita pelo escritor? Um bocado bélica, estilo cruzadista, mas há gente que só sabe viver em guerra.

Respeito sempre, para ser respeitado.

Venham outros, muitos, falar de religião...
Tornar o assunto pedagógico.


Criado em: 16/7 17:46
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Re: A respeito do teu deus - politeísmos
Colaborador
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6/11/2007 15:11
Mensagens: 1915
Humanismo Secular

Acerca da espiritualidade, relacionada com este defeito absolutamente necessário que é o pensamento abstracto, assim como a existência da alma, e dos 21 gramas que perdemos no preciso momento da morte, tudo não passa de teorias, com mais ou menos provas.
Fazendo um estudo aprofundado, ou uma leitura de alguma literatura que fez esse estudo, pode-se confirmar que todo o processo organizado e regulamentado, em que seguimos regras e estabelecemos crenças, são movimentos do tipo religioso.

Sendo assim, o comunismo é um desses tipos. O capitalismo, também. O Humanismo, nas mais variadas formas.
Tudo sistemas de crenças e mitos.
Criações sociais implementadas que nos permitem conviver e prosperar.

Assim foi a religião, no tempo do desconhecimento, da ignorância, da falta do rigor científico. Sem religião, sobraria o caos.

O humanismo secular, é o que se relaciona com o momento actual.
O Homem desde há muito, aprendeu a ajustar um regime que chamou de político, como meio de organização da sociedade que foi estabelecendo cada vez em maior número, após a revolução agrícola há cerca de 12000 anos.

O humanismo surge em finais do século XIX e aborda a democracia em moldes mais gerais no século XX (sem escravatura e com direitos iguais para as mulheres, por exemplo).
O humanismo é o privilégio, a máxima importância, ao Humano, donde vem a palavra.
O comunismo é humanista. O fascismo apena fala de humanos.
São humanismos em moldes diferentes, mas são sociedades de origem anti-clerical. Estados laicos.

Tudo isto, é uma forma não declarada de religiosidade, de crença num sistema com regras muito próprias, com heróis e figuras de destaque.
Para o comunismo Karl Marx está, como Jesus Cristo está para o Cristianismo, ou Alá para os islâmicos, ou Adolf Hitler para os fascistas, ou Buda.

De certa forma sou um humanista secular, não podendo ser, nesse caso, ateu. Se não, faria como a personagem dum filme que me incomoda, Into The Wild, do realizador (?!) Sean Penn e iria viver para a floresta, longe das regras que seguimos, como numa carneirada...

Criado em: 15/7 19:21
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Re: A respeito do teu deus - politeísmos
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6/11/2007 15:11
Mensagens: 1915
A visão do agnóstico.
O agnosticismo.

A racionalização de deus e o conhecimento da (ou de alguma) história das religiões pode levar ao ateísmo.
Mas levará apenas a isso?
A resposta é, provavelmente, não.

Gnose, é para o grego, reconhecer.
Agnóstico, partindo dessa raiz, é o que não reconhece.

É o indivíduo que se recusa a seguir uma religião.
Geralmente, acham-se muito espirituais.
Com alguns tiques de naturalistas (vendo deus em todas as coisas da natureza, inclusivé no homem), não têm livro, não seguem doutrina, fazem questão de conhecer e não seguir.

Simpatizo um pouco com eles por um processo de identificação. Isto é, depois de ter sido católico praticante, fui agnóstico.

A espiritualidade deles baseia-se em reconhecer que há uma força superior, que determina as leis universais, mas à qual preferem não dar nome.

O que, aparentemente, é uma forma dissimulada de religião monoteísta, sem regras.
Hoje em dia, a sociedade organizada pelo uso das leis do homem, que começaram na lei canónica, e com os 10 mandamentos, pode-se organizar sem esse deus.

O homem moderno, pode-se dar ao luxo de ser agnóstico e exigir um estado laico.
Mas não foi sempre assim.

A Igreja teve um enorme papel na organização da sociedade da idade média. Sociedade essa, quase selvagem e sem tecnologia, que ajudasse nesta luta desigual, contra os elementos.

A religião mostra-se insuficiente (opinião pessoal), se não acompanhar os tempos e se não se modernizar.
Se fizer uma guerra santa ao homem informado, vai perder...



Criado em: 22/6 2:13
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Re: A respeito de respeitar todos os deuses, sobretudo a poesia
Colaborador
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6/11/2007 15:11
Mensagens: 1915
Interessante o site enviado na resposta anterior.
O Druidismo parte em simétrica oposição ao Humanismo.
A existência de drúidas, mitificada para ser esquecida, é sem dúvida antiga.
Não é à toa que é referida nos livros de BD de Astérix o Gaulês.
Evidentemente perseguidos pelas religiões monoteístas dominantes, foram, provavelmente, o alvo preferido da fogueira, na idade média e pela santa inquisição acima referida.
Bruxas, porque se limitavam a questionar, isto é a perguntar-se sobra a exactidão das sagradas escrituras. A usar ervas para tratar maleitas, poções (perigo) de amor (teria óleo essencial de rosas rubras?), de azar (seria plecebo?),...

De dizer uma praga, quando lhe coubesse, induzindo no inconsciente do outro o medo.

Tudo para a fogueira, ou afogado. Se flutuasse com uma pedra atada aos pés, era porque era santo.

Usar a natureza em nosso favor parece coisa de humanista (que deifica, ou previlegia o humano), usar o humano em favor da natureza é de Druída.

Boa!
Próximo...

Criado em: 18/6 11:41
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Re: Pedido de colaboração para teste de velocidade
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Aqui vai,

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Espero ter sido útil

Abraço

Criado em: 13/6 18:12
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Re: A respeito do teu deus - politeísmos
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6/11/2007 15:11
Mensagens: 1915
Não acho nada incomum ou errado trocar Deus por uma mulher.
Eticamente é condenável.
Assim como a polícia cometer crimes.
Mas a tentação do pecado da carne, a procura do prazer através do sexo e com alguém que consideramos ajustada (muito justa até), que nos faz o coração disparar e ter uma erecção, faz parte da natureza.
Há alguma hipocrisia na Igreja católica em obrigar à castidade. Regras milenares que visavam que os senhores Padres se dedicassem a toda a comunidade sem favorecer ninguém (penso).

Eu devo ser um exemplo comum que o caminho para Deus faz-se e desfaz-se, ou pode se desfazer.

O facto de seguir o exemplo do Padre significa que para si ele era um exemplo paternalista, uma figura masculina que servia de modelo a seguir.
O facto dele ter tido o cuidado que teve em contar-lhe demonstra que o estimava.

Acho que afinal este fórum está para durar.
Não tem de ser feito como um blog, com dias certinhos.
Quando quiser ou puder vir cá, contribua.
Tem sido um inesperado prazer.

Sobre dar-lhe o meu mail, peço desculpa, mas preferia não o fazer.

Aquele abraço

Criado em: 10/6 22:19
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