Por onde andam teus olhos,
Percebo neles uma escuridão oculta
Não vejo mais vida, a pulsante alegria
Vejo a morte em seu olhar parado, sinto agonia
Soltaram o anjo da morte
E ele tem fome de almas
Devorando a mente de quem não a trabalha
Com emoções esdrúxulas e sem lógica
Aprendi a ignorar essas palavras
Que não fazem sentido algum
Pode chorar e se debulhar em lágrimas
Não farei eu o que quiseres que eu faça
Acabou-se o jogo da trapaça
Esse tabuleiro é meu, sou eu quem manda
Nunca mais serei menino que se encanta
Pelas ilusões do teu caminhar e da tua dança