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Tags:  paixão    fantasia    sedução  
 


Ibernise
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Biblioteca de Ibernise
7 Pecados




SUPREMO SEGREDO

'Mi Cariño' é discreto segredo
Que guardo sempre reverente...
Amo do meu abandono carente,
Paixão a compartir doce enredo...

Distância de subtil degredo,
Arremesso de um ócio tão rente,
Ao desnudar a emoção que sente
Nem para e nem sente medo…

Porto e mar de sigilo, és amado
Num espaço onde nos falta o ar,
Sufoco que me faz mais gente…

Rosto e entre face de um fado,
Amor lindo que me faz delirar
Em tempo presente e reticente...

Ibernise.
Barcelos/Minho/Portugal, 08.11.2009.
Núcleo Temático Romântico.
Direitos autorais reservados/Lei n. 9.610 de 19.02.1998.


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Autor
Ibernise
Autor Ibernise
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Texto
Data 10/11/2009 16:56:56
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Enfrentando o caminho das verdades - AntónioM.R.Martins
Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.

Enviado por Tópico
josetorres
Publicado: 10/11/2009 17:39  Atualizado: 10/11/2009 17:39
Colaborador
Usuário desde: 28/2/2007
Localidade: Minho
Mensagens: 6109
 Re: SUPREMO SEGREDO (Inédito!)
A menina é demais. Gostei de ver a careta de tantos amigos nas fotos que aqui deixou juntas com esse belo poema.
A maior sorte do mundo, é o que lhe desejo, e que os portugueses se encantem com as suas palavras.
Sabe que pode dispor de mim para o que precisar.
Beijo

Enviado por Tópico
Ibernise
Publicado: 10/11/2009 17:43  Atualizado: 10/11/2009 17:44
Colaborador
Usuário desde: 04/10/2007
Localidade: Indiara(GO)
Mensagens: 2559
 Re: SUPREMO SEGREDO (Inédito!)
JT obrigada amigo. Muito grata a vc e aos seus, por todo este carinho que têm me dispensado. Estou muito feliz.

Bjs

Ibernise daq do Minho, mas sempre ao seu dispor, lá no BR tb. JT, valeu!

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Frase

É incrível que, no intuito de justificar as nossas crenças, coloquemos Deus na terra e o Homem no céu

(Garrido)



A folha

A folha cai no verão.
( Era folha de papel)
Não consigo pegá-la
Porque o vento é forte
E me leva para longe.

Matheus



Insanidade perfeita

Sinto-me cansada
Já me faltam as palavras!
As que saboreio entre dissabores
Da minha própria loucura
Já não sinto o meu corpo
As vogais consomem-no
Adormece em brandas consoantes
Ficam tantas frases por dizer
Aquelas,
Que já não consigo escrever,
Falta-me a força
A caneta começa a tremer
Soluça.
O meu olhar constrói
O que meu pensamento rejeita
Esta sou eu,
A doce mulher
A insana, poeta...

(ConceiçãoB)



Tempestades

Tudo em mim, são dias de tempestades...
Por isso entrego minha alma à poesia
E meus dias a escrever versos
E meto uns poemas em velhas garrafas
E as levo para as águas intermináveis dos mares
- revoltos e tristes -
E as lanço, na singela esperança
De que um dia alguém os leia
Ainda que meus pés não estejam mais sobre este chão
E meu corpo tenha sido já lançado no ventre desta terra impura
E minha alma tenha também partido
- para a imensidão do infinito com que sonho,
ou para o abismo solitário que me amendronta...

(Vanessa Marques)



Nós de poesia

A vida é feita de incompletudes...
Como os bares de mesas vazias
Nas calçadas
Ou as longas estradas
Repletas de nada dos dois lados

Ainda assim, escrevo
Mesmo sabendo que em mim
desatam-se nós de poesia
E atam-se outros em seguida.

O fato é que
Daquilo que me resta
Faço-me humanamente completa
meramente humana...

(Vanessa Marques)



Frase

"Amor" é o presente dado sem esperança de retorno,
e o que esperamos é apenas que não seja rejeitado

(Junior A.)



Frase

Como posso explicar
Esta dor
Invasora
Da minha alma
Senão dizer
Que és a mentira
Mais verdadeira
Da minha vida...?

(Raquel Naranjo)



Frase

O amor é como a justiça:
Injusto e cego.

(TrabisDeMentia)



Sexto sentido

Tenta ouvir o silêncio...
Ver a luz na escuridão profunda...
Cheirar o aroma da mais pura água...
Sentir a textura do vento...
Saborear a doçura do sal...
Quando o conseguires...
Irás te descobrir...

(gera)



Só saudade

Dor que sente
Dor que não se mede
Que vai e vem

Com a vida vou rolando
Com a dor vou buscando
Talvez alívio...

Quando doer que seja
Sem deixar morrer
Só saudade...

(amasol)



A foz

Se cada coisinha que eu sei correspondesse a um rio... E se cada um deles desaguasse na mesma foz...Esta não teria senão o tamanho de uma bacia bem pequenina na qual eu refresco os meus cansados pés. Os rios seriam tão curtos quanto a minha felicidade, tão estreitos quanto a minha existência, tão secos quanto a minha solidão. Mas talvez, talvez bem no fundo da bacia, talvez para lá das lágrimas turvas, e para que eu me possa orgulhar, talvez sorriam dois peixinhos, que eu, apesar da distância possa contemplar! E quem sabe... Uma flor se incline e faça nascer, na foz uma flor que eu possa colher!

(TrabisDeMentia)