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Como entender a tua brejeirice Enclausurada num furor de Beija E a inocência leve de Alice Subjugada a um qualquer que seja?
Como entender teus múltiplos deslizes, A tua lógica dissimulada E o passado, que habita em cicatrizes, Aberto em ardente e tortuosa chaga?
Não há caminho, nunca houve nada; Só um errante e cego desvario Que se perdeu na torpe madrugada.
Um sonho louco, breve, fugidio. Uma verdade crua, mascarada...
Realidade rude e vil.... no cio.
Frederico Salvo |
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Direitos efetivos sobre a obra. http://pistasdemimmesmo.blogspot.com/
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| Enviado por |
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| Fhatima |
Publicado: 22/12/2011 22:54 Atualizado: 22/12/2011 22:54 |
Colaborador   Usuário desde: 12/02/2008 Localidade: Curitiba - Paraná Mensagens: 3382 |
 Re: Desvario Olá Frederico,
Um poema intenso, forte, expressa com grande sensibilidade a dor da desilusão. Parabéns poeta! Feliz Natal.
Fhatima
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