Todas as mensagensRecurso para inserir imagens em poemas e crônicas. |
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Novo Membro
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Membro desde:
9/1 9:48 Mensagens:
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Sou JoãoCarreiraPoeta e novo por aqui, ao postar meus dois postes notei a falta de uma ferramenta para buscar imagens em meu computador, tive dificuldade em gerar um link (único meio) e não achei outras opções. Minhas imagens são geradas pela I.A. ChatGPT.
Criado em: Ontem 12:49:53
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Re: A Música que nos inspira - BOWIE |
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Colaborador
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Membro desde:
23/5/2024 2:48 Mensagens:
818
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Faz 10 anos hoje que DAVID BOWIE nos deixou, mas as músicas ficaram e, com elas, o seu espírito também.
Criado em: 10/1 8:17
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I got that feeling That bad feeling that you don't know (Massive Attack) |
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Re: Comentário a "Quasear" de Luxena |
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Administrador
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Membro desde:
6/5/2024 16:45 De Braga
Mensagens:
1360
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Já que estamos em maré de quasear... quase, quase fomos toque não fosse o quase, quase norte e caso o acaso fosse mais sorte quase que o quase seria choque quase, quase que fomos fumeiro não fosse o quase, quase um beijo e caso o acaso fosse um arquejo quase que o quase seria braseiro quase, quase que fomos o brilho não fosse o quase, quase olhar e caso o acaso fosse um altar quase que o quase seria gatilho quase que fomos amar https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=375677
Criado em: 1/1 2:55
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Re: Comentário a "Quasear" de Luxena |
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Moderador
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Membro desde:
24/12/2006 19:19 De Montemor-o-Novo
Mensagens:
3872
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Diria que essa tua percepção do "quase" está... quase certa. Na minha opinião modestamente filosófica, o teu "quase" e o "quasear" da Luxena, não mais que promessas, o "quase" por ser sinónimo de perfeição, nunca alcançável e o "quasear" por ser a tentativa de lá chegar.
"Quasear" é dar passos em direcção ao horizonte que se mantém constante, sempre à mesma distância, também pode saborear-se como miragem, vejo-o assim, como quase verbo, acção virtual.
Criado em: 28/12 21:01
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A Poesia é o Bálsamo Harmonioso da Alma |
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Comentário a "Quasear" de Luxena |
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Colaborador
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Membro desde:
6/11/2007 15:11 Mensagens:
2273
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Este comentário também se encontrará disponível no perfil do utilizador na caixa de comentários do poema.
O poema, na sua íntegra, estará legível após o comentário. Tem qualquer coisa este poemeto, que me cativou. Talvez a forma tenha tido um papel forte nisso. Tenho um apetite especial por poemas pequenos. Depois, o facto do título ser um neologismo também me agradou. O que acho mais interessante deste título é a forma como ele cria um novo verbo, baseado numa palavra que acho muita graça, o "...quase...". Esse "...quase...", assim, torna-se uma acção. Sem querer ir procurar significação ao dicionário, a palavra deixa-me sempre com uma sensação de incompletude e proximidade. Sempre que leio, ou penso em quase, fico sempre com a impressão de que algo não foi atingido. A mesma impressão mantenho, de estar perto. Já agora sobre o "...quase..." que, neste caso, é "quasear" tenho um poema que gostaria de partilhar: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=359583 Sobre este poema há uma certa simetria ente o primeiro e o último verso. Se partirmos a palavra em "quase-ar" ele, o ar, é o elemento primordial da respiração. Ou do respirar. Todo o poema é feito de verbos que envolvem alguma abstração, sendo o "...exclamar..." o mais evidente. Um acto de exaltação, de euforia. O "...agarrar..." é um verbo metamorfoseado, porque transforma as mãos em garras. Até o "...parar..." é a antítese do conceito de verbo em si, porque torna a acção em inacção. O "...respirar..." é inconsciente (até certo ponto), e a sua matéria, o ar, invisível (se puro). Então, tudo neste poema é "...quase...", e andamos envolvidos nele, como o título tão bem sugere... Se quisermos... Quasear é um quasear quase agarrar quase exclamar quase parar para respirar Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=381823 © Luso-Poemas
Criado em: 27/12 11:34
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Re: "Tributo a Camões" de Alemtagus - apresentação |
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Moderador
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Membro desde:
24/12/2006 19:19 De Montemor-o-Novo
Mensagens:
3872
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Agradeço a divulgação. Espero que, a 17 de janeiro de 2026, todos os caminhos dêem a Montemor-o-Novo.
Criado em: 18/12 17:56
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A Poesia é o Bálsamo Harmonioso da Alma |
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"Tributo a Camões" de Alemtagus - apresentação |
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Administrador
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Membro desde:
2/10/2021 14:11 Mensagens:
881
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Criado em: 15/12 19:46
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Re: CINEMA - Os filmes da minha vida |
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Administrador
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Membro desde:
2/4/2012 17:15 De Brasília- Brasil
Mensagens:
1089
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Há filmes que não contam uma história, abrem um lugar.
O Filho de Mil Homens é assim. Chega devagar, como quem toca uma ferida com cuidado e vai mostrando essa busca por um lugar onde ser. Mostra que pertencimento não é destino, é trabalho lento, feito de tropeços, demoras e, às vezes, encontros improváveis. Pessoas tentando caber no mundo mesmo quando o mundo parece ter encolhido. A narrativa acompanha vidas que se cruzam sem aviso, gente que erra, que tenta, que procura abrigo no outro, que descobre, à força, que o amor às vezes chega tarde, mas ainda assim chega. A trilha sonora, é composta por autores locais. Entre as músicas, Volta, de Tim Bernardes, surge como uma respiração dentro do filme, suave, melancólica, acolhedora. É um filme sobre delicadezas teimosas. No fim, deixa a sensação de que amor e família também podem vir do inesperado, do que não estava previsto, mas encontra caminho mesmo assim.
Criado em: 5/12 0:33
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Comentário a "planejar" de MarySSantos |
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Colaborador
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Membro desde:
6/11/2007 15:11 Mensagens:
2273
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Este comentário também se encontrará disponível no perfil do utilizador na caixa de comentários do poema.
O poema, na sua íntegra, estará legível após o comentário. Não há como fugir da causa-efeito. Conhecendo todas as premissas, temos, amiúde o dever de as evitar, oportunamente. A "...fome..." que nos falas, é uma das pragas bíblicas, um dos males da humanidade que, de certa maneira, temos sido capazes de evitar. Se não o fazemos duma forma global, é por egoísmo humano, não pela falta de recursos. A falta de recursos, ou seja alimentos, durante séculos justificou a existência da dita praga. A industrialização do sector alimentar permite-nos, hoje em dia, produzir mais do que consumimos. O "...plano..." pode ser esse. Usar da experiência e da tecnologia, para acabar com alguma falta suprema. "...acolá..." e "...aqui..." são diferenciadores no espaço, mas podem ser também no tempo (passado e presente). O "...já..." coloca-nos, duma forma inteligente, num estado de emergência. No poema há o trocadilho bem conseguido, fazendo-se também passar por duplo sentido, em relação ao "...fruto...". Ele é um alimento que mata a "...fome..." imediata, mas pode ser também o resultado de algo que nos permite preparar. Obrigado pela leitura. Abraços planejar chamei um fruto de acolá a fome, aqui e o plano já Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=381694 © Luso-Poemas
Criado em: 2/12 16:28
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Re: FRANCISCO JOSÉ BARROS DA SILVA |
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Administrador
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Membro desde:
2/10/2021 14:11 Mensagens:
881
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Olá, caro Francisco. Bem-vindo ao Luso-Poemas! Parabéns pela sua publicação. Se quiser que divulguemos aqui e no nosso Facebook, envie uma imagem da capa e uma resenha da obra para a administração. Abraço e continuação de boa inspiração!
Criado em: 1/12 17:32
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