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Poemas : 

Epitáfio

 
E eis que no fim de tudo, fim do homem mudo, fim do homem surdo que nada queria ver
encontro apenas a terra, palco de tanta guerra, sobras de tanto querer
vejo corpos no chão, de uma guerra sem razão, ou melhor, de ambição
Eu quero perfurar o mundo percorrer bem fundo esse planeta vil
onde as pessoas amam e de tanto amor matam a fio
prometo que vou encontrar a razão de toda essa disritmia
e caso não encontre nada talvez seja por antipatia
e caso não encontre nada talvez seja por antipatia
encontrei a escuridão de uma nação desumana


hoje ao conhecer o nada de um mundo todo imundo
pessoas não existem mais, e prevalece a paz, sonho de Raimundo
Marias que antes choravam, agora se foram pra não mais voltar
e eu vago neste mundo imundo de tanta sujeira que ninguém quis limpar

aqueles que tanto lutaram por um mundo mais mundo por um mundo melhor
foram espedaçados, caindo um a um feito pedra de dominó
foram espedaçados caindo um a um feito pedra de dominó

os poderosos gananciosos medíocres e hipócritas,
neste planeta vil, foi o que mais surgiu, uma nação de idiotas
colocamos no poder pessoas que só queriam nos descomer
colocamos no poder pessoas que só queriam nos descomer

fomos tão imbecis, destruímos tudo, nossa casa, nosso planeta
só estávamos interessados em ganhar dinheiro e canguru perneta
agora ninguém existe neste mundo triste neste mundo vil
e os poderosos que permaneçam na cuca que caiu.

 
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greyson
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Enviado por Tópico
João Marino Delize
Publicado: 12/07/2012 13:28  Atualizado: 12/07/2012 13:28
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Localidade: Maringá-
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 Re: Epitáfio
As mortes e as guerras acontecem porque o homem tem sede do podere nunca está satisfeito com o que tem. Às vezes prefere jogar fora o que lhe sobra do que dar a quem precisa. Até que o homem não mudar essa filosofia vamos ter mortes, fome, desempregos e guerras. A comida que o mundo tem daria para todos, mas uns comem de mais e morrem com excessos de proteínas, enquanto outro morrem de fome.