Fada rurígena emancipação quer, Suave como uma pena colhe o que quer. . Passa-se pelo campo, Com a desejo de voar, Filamentos presos pelo grampo; Fecha os olhos e passa a volitar. . Senta-se no pranto, Cantando como no canto, Brilhando, brincando e Cantando; Sua voz quase ninguém ouve(...) . Ela canta e um pássaro na hora imita-a como a natureza o educou, Com o depenicar da aurora, Ele, sua voz cortejou. . Ana Carina Osório Relvas/A.C.O.R