Poemas : 

vento do passado

 
como cão esfomeado
farejo o vento que não vem
escuto às portas a sua melodia de viés
entre túneis e subterrâneos

como entrar na casa do passado
sem a transfiguração do vento

sua alquimia
máquina do tempo

vem, vem
ou morro de presente
envenenado

 
Autor
gillesdeferre
 
Texto
Data
Leituras
28
Favoritos
0
Licença
Esta obra está protegida pela licença Creative Commons
0 pontos
0
0
0
Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.

Links patrocinados