..de quem é o tapa? Da mão, do rosto, da intenção, da dor? Em sua casinha já tão cansada de ficar em pé, ele vivia sabendo, que pra se viver é preciso motivos, nesses tempos, muitos. Mas pra morrer nada, nem a intenção. Mas ele revirava e revoltava a poesia, atrás de uma nova pulsação, de um tempo novo, ou simplesmente alguém para herdar se coração. A poesia é do poeta, do poema ou da inspiração, ou da dor? Ele queria água, queria sal, queria o seu próprio mar.