Para começar. Diante do que não sei, que virá independente do que quero, a vida é um quadro que pinta o pintor. A natureza é uma máquina de certezas e dúvidas, a vida é uma máquina que não tem função, apenas aparentemente existir, diante do nada. Ao pisar sobre o mundo, o mundo parece pisar em mim. O que sou? Me digam, dúvidas eternas. Que massa e essa que me parece pertencer, que massa e essa que busca apaixonadamente o pó?