| Enviado por | Tópico |
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| klopes | Publicado: 18/09/2026 22:02 Atualizado: 18/09/2026 22:02 |
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Super Participativo
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Caro David Mendes,
Fiquei profundamente tocado pela dedicatória à nossa querida poetisa — de Flor Bela Lobo à imortal Florbela d'Alma da Conceição Espanca. Recordo-me de, ainda no ensino básico e sem alcançar a verdadeira dimensão da poesia, ter lido «Rústica» e outros sonetos e ter ficado absolutamente extasiado. Atualmente, em cada homenagem, em cada leitura, compreendo finalmente o porquê desse encanto. Abraço, |
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| Enviado por | Tópico |
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| klopes | Publicado: 19/09/2026 21:33 Atualizado: 19/09/2026 21:33 |
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Super Participativo
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Para mim, na vastidão do Alentejo há um silêncio imenso que só uma voz conseguiu traduzir em fogo. Florbela fez do calor da terra a matéria-prima da sua própria alma. Cada poema, cada estrofe, cada suspiro tornado fogueira. São os pequenos relâmpagos do seu génio que me fazem sentir a urze a arder e o horizonte a clamar por redenção. Na dor contorcida de “Árvores do Alentejo”: “Horas mortas... Curvada aos pés do Monte A planície é um brasido e, torturadas, As árvores sangrentas, revoltadas, Gritam a Deus a bênção duma fonte!” E na quietude hipnótica de “Minha Terra”: “Minha terra de tardes sem uma asa, Sem um bater de folha... a dormitar... Meu anel de rubis a flamejar, Minha terra mourisca a arder em brasa!” Não leio a sua poesia apenas com os olhos; guardo-a como um segredo precioso na memória do coração, onde continua, eterna e deslumbrante, a arder em brasa… |
| Enviado por | Tópico |
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| FragmentosdeSonhos | Publicado: 22/09/2026 13:35 Atualizado: 22/09/2026 13:35 |
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Da casa!
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Parabéns Linda homenagem... |
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