Um grande número quer exposição,
Aparecer em demasia, ostentação
Já eu em meu dia a dia
Quero apenas a simples alegria.
O eu lírico que habita em mim
Quer apenas publicar o Livro
Que o possibilite descansar no sítio.
Fim.
O poema é minha ostentação,
Meu sacerdócio, minha abnegação
Por ele singro universos sem fim
E volto no mesmo dia pés no chão,
Essa é a grandeza do eu em mim,
Fim.
Mauro A Evaristo