A lua no céu do sertão é tão linda,
Vixe Maria, é muito amor,
Tá cá peste, hoje tô amostrado no coração.
Tô afeiçoado por você,
Quero dar um abraço quente e um xêro
como a gente dá no sertão.
sonho um dia Arrudiar o mundo com tu,
Tu é a dor no pé da barriga,
Oxe, meu xodó , Meu docinho de coco.
Vixe , que amor da gota,
Quero sempre ficar amochado com você,
da um Chamego.
Tu é a tampa da minha panela,
Vem cá, meu bichinho,
Tô vexado pra arrochar você.
Oxente, não é fuleiragem,
Vem cá, meu apego,
Pense num amor de mandacaru,
Eu vou sempre te xavecar.
Quando alumiar o dia, quero me deitar com você debaixo do angico,
E arrochar você, sentindo o xêro das flores brancas perfumadas.
Tu é arretada, meu chêro,
Meu dengo, meu apego.
eu Debaixo da lua, no chão do sertão
Eu fico amochado no teu coração.
A lua no céu do sertão é tão linda,
Vixe Maria, é muito amor,
Tá cá peste, hoje tô amostrado,
no meu coração.
Tu é arretada, meu chêro,
Meu dengo, meu bichinho.
Eu te amo além da conta.
E se a noite cair, eu fico por aqui
Só pra ver teu sorriso perto de mim
No silêncio do sertão, dá pra escutar
Meu coração batendo só por te amar
A lua no céu do sertão é tão linda,
Vixe Maria, é muito amor.
Tu é arretada, meu xêro,
Meu dengo, meu Chamego.
eu e tu Debaixo da lua, no chão do sertão
Eu fico amochado.
e todo abestado , no teu coração.
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