aos pombos do colégio
à minha canhotice de escrever
sempre com a mão esquerda
eu estou sem saber
vejo intolerância nas ruas fogosas
as suas partículas brancas
as punições brandas
para as mãos rugosas
só que antigamente
agiam ativamente
expulsavam às pressas cuspindo na cara
de quem ria da sua cara
para paraísos artificiais
de paredes brancas
felicidade aos jorros, litros
por ver alguns brincos
É o ferrão quem perturba a abelha.
Escrito por mim no dia 03/10/2026 em Brasília-DF.