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Poemas
:
O mercantil engano de Herodes
Se não souberes, pergunte,
Não junte vaidade
À imaturidade,
Isso só daria em uma afronta
Nunca se está pronta
Pr’as curvas da vida,
Há sempre lado obscuro do dia
No sentir que nos guia
Se diz tudo saber e nada souber,
Sujeitar-se-á às intempéries da vida
E o mal da alma ferida,
Quando a razão em teu coração couber
Vaidade é o mal do século
Que enfeitiça homens e mulheres,
Ungidos dos supérfluos quereres,
Que lhes entopem a alma
Puder, podes,
Mas não mintas à lua
Nem faças da tua,
O mercantil engano de Herodes
Alma iludida
É alma perdida,
Que se veste do céu
E sua visão não passa dum véu
Adelino Gomes-nhaca
Adelino Gomes
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Upanhaca
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03/12/2022 21:46:28
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Enviado por
Tópico
Upanhaca
Publicado:
03/12/2022 21:58
Atualizado:
03/12/2022 21:58
Usuário desde:
21/01/2015
Localidade:
Lisboa/loures
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8832
Re: O mercantil engano de Herodes
Os enganos de hoje,
têm a cruel mão de Herodes.
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