https://www.poetris.com/
Sonetos : 

Pálida à luz da solidão sombria

 
Tags:  solidão    luz    poeta do cerrado    pálida  
 
 
Pálida à luz da solidão sombria
como a dor na alma dilacerada
sobre o leito de ilusão reclinada
a amargura e uma paixão fria

A satisfação que na perda, jazia
e pela melancolia era embalada
a ruína e alegria embalsamada
no desprezo e, na beira dormia

Prantos, e as noites palpitando
gosto amargo no peito abrindo
os olhos esverdeados chorando

Não rias de mim, sentir infindo:
por ti – o amor busquei amando
por ti – na teimosia eu vou indo...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Setembro, 2020 – Triângulo Mineiro


Poesia é quando escrevemos o monólgo de nossa alma, que se torna um diálogo com o leitor.

Protegido por Lei de Direitos Autorais (9.610/98)
Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol - poeta do cerrado
 
Autor
LucianoSpagnol
 
Texto
Data
Leituras
178
Favoritos
1
Licença
Esta obra está protegida pela licença Creative Commons
12 pontos
2
1
1
Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.

Enviado por Tópico
rosafogo
Publicado: 04/09/2023 19:18  Atualizado: 04/09/2023 19:18
Usuário desde: 28/07/2009
Localidade:
Mensagens: 10415
 Re: PÁLIDA À LUZ DA SOLIDÃO SOMBRIA
Belo e profundo soneto, adorei ler, obrigada pela partilha.

Boa semana para o amigo