Ricardo Maria Louro é tio de Francisco Maria Louro do Rosário nascido em Março de 2026 e de D. Carolina Louro do Rosário nascida em 2015. É irmão de D. Ana Rita Louro nascida em 1994, D. Margarida Louro nascida em 1990 e de Luís Pedro Louro nascido em 1988. É filho de D. Maria da Graça Pereira dos Reis Louro nascida em 1962, neto de Manuel Francisco Louro nascido em 1922, bisneto de Domingos António Louro Filho nascido em 1895, trineto de Domingos António Louro nascido em 1868, tetraneto de António Louro nascido em 1830, pentaneto de D. Ana Maria Louro nascida em 1792, hexaneto de D. Maria do Carmo Louro nascida em 1770 e heptaneto de D. Antónia Maria Louro nascida em 1722.
- Apelido Louro -
Apelido que nasce do Loureiro, árvore sagrada na Antiguidade Clássica, símbolo de honra, vitória e memória. Na Roma antiga, coroava generais, poetas, sábios e heróis carregando consigo a promessa da distinção. Em Portugal, enraizou-se no Alentejo, terra de horizontes amplos e silêncio fértil. Em Santo António dos Reguengos, São Vicente do Pigeiro e Monsaraz, Louro fez-se família, fez-se raiz, caminhando entre montes suaves, oliveiras antigas e pedras que guardam Silêncios e séculos.
Louro carrega a ligação profunda à terra que sustenta os seus descendentes. Folha que resiste ao inverno, raiz que se agarra ao tempo, nome que atravessa gerações sem perder sentido. Em cada Louro vive a força discreta dos que vieram antes, homens e mulheres que semearam futuro com mãos gastas e esperança intacta.
Ser Louro é herdar uma luz antiga.
É trazer no nome a memória da terra, a perseverança dos antepassados e a promessa de continuar.
Ramo e raiz. Passado e continuidade. História que floresce.
Ricardo Maria Louro