Cânticos primaveris, na copa das árvores,
alimentam o corpo e a mente
das pessoas, que passam, risonhas,
iluminadas por auréolas cristalinas.
É a primavera, que chega, resplendorosa,
vestindo campos de flores sazonais,
consigo o vôo das andorinhas,
colhendo raminhos para os seus ninhos.
Vivo e revivo coisas, contemplo paisagens
sem pressa de chegar, porém, uma
vontade louca, de viver, principia,
me diluo no éter, elevando-me no ar.
Esta, é a minha Estação preferida…
escrevo meus versos à beira-rio,
que no remoço me vivo… por ora,
esquecer, meu ser, sempre tão triste.
Jorge Humberto
20/03/2026