Convulsão!
Nesses tempos de convulsão
A sociedade desmantela de montão,
Caminho triste em meio
à multidão
Lanças tentam atingir
O meu coração
Os sorrisos pálidos
Estampados da enganação
A vida segue nesse turbilhão
Tempestades tentam inundar a embarcação
Ninguém entende ninguém
Impunidade de plantão,
De repente toda agrura
Tornar-se um sonho
Ou um pesadelo
Imposto pelo triste vilão,
Onde seu sorriso largo
É um grande afago,
Da mente tudo apago,
E tudo some completamente,
Ao segurar a sua mão.
Marcelo de Oliveira Souza IwA
24.04.2026
7:13AM